Há poucos dias, o ex-prefeito Ildon Marques recebeu um telefonema inesperado. Era Flávio Dino, perguntando-lhe se poderia ir à sua residência. Ildon disse que podia, claro, mas ele estava em São Paulo. Daí, não houve o encontro. Os comunistas de Imperatriz veem Ildon como um demônio. Agora imagine eles na casa do ex-prefeito tomando um cafezinho - e, se desejassem, um vinhozinho -, além de ver o camarada-chefe tentando conquistar o seu apoio. Se conseguisse, o ‘demônio’ iria virar ‘santo’ para os comunistas. Não é assim, hoje, com Zé Reinaldo e outros ‘ex-satanás’?
Edição Nº 14774
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