Em nota enviada pela Assessoria de Comunicação, a diretoria da Coomigasp afirma que “não há motivo concreto e estatutário para a convocação de uma Assembleia Geral da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada dia 14 de outubro, conforme um grupo minoritário vem divulgando. Após o afastamento do ex-presidente Gessé Simão, a nova diretoria da Cooperativa vem cumprindo rigorosamente as determinações exigidas pelo Ministério Público Estadual do Pará e a parceria entre a Coomigasp e a Colossus continua firme e forte e com a certeza de que a mina começará a produzir a partir de meados de 2013, para o bem de todos os garimpeiros associados”. Diz ainda que “representantes de um pequeno grupo contrário à parceria com a Colossus protocolaram recentemente na sede da Coomigasp, em Curionópolis (PA), um documento solicitando “a conferência no prazo de dez dias úteis, do abaixo-assinado, contendo a assinatura de 5.541 sócios, com o objetivo de convocar Assembleia Geral Extraordinária, com a finalidade de examinar a postura do presidente e seus diretores, bem como deliberar sobre a destituição desta diretoria, tendo em vista acusações de desfalque e desmandos nas contas da entidade”. Segundo a Coomigasp, “a convocação não tem sentido porque não tem motivo concreto e os argumentos são inverídicos. Não há prova de que a atual diretoria desviou recursos. As denúncias do Ministério Público foram contra o ex-presidente, que já foi devidamente afastado e responderá pelos seus atos. Estas pessoas acusam sem prova e apenas querem tumultuar o processo legal que vem sendo desenvolvido na Coomigasp”. Já a Agasp, que faz oposição à Coomigasp, revela no seu site que decisão da justiça garante a realização da assembleia geral marcada para o dia 14 de outubro,  na Vila de Serra Pelada.