Reeleito, o prefeito Madeira vive o drama de conviver com a falta de bom senso de alguns secretários. O negócio é empregar... até o periquito, se der bobeira. O que mais tem funcionando é o artigo “cesto” de tantos cortes que a caneta do gestor impõe nas listas ora apresentadas e não é menor a quantidade de nãos por ele dada a cada dia. É sabido que a cada eleição surgem novos compromissos, mas a pergunta é simples: se antes as secretarias funcionavam com determinada quantidade de funcionários, por que agora, aos que já estavam, tem que se somar novos. É de Drumond (Carlos de Andrade) o poema onde a porta estreita só permitia entrar um de cada vez. É ‘A verdade’. Assim é que Madeira gostaria que agissem seus secretários quando se trata de compor o quadro: para entrar um, outro deveria sair.
- Fora daí, é casa arrombada. Não tem receita que dê para segurar uma folha salarial cheia de apadrinhados.
Edição Nº 14606
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