Imperatriz tem um imbróglio chamado rodoviária. Uma nova foi construída, mas ela não significou uma solução, nem para usuários nem para as empresas de transporte, se visto a partir de sua pouca utilização como fator de integração, já que a maioria das linhas para cidades nas proximidades de Imperatriz não estão ali concentradas, mas sim, espalhadas pelas ruas da cidade. Não se entende porque o setor que deveria promover a fiscalização dos ônibus intermunicipais não se impõe. Apenas os ônibus para Davinópolis, Governador Edison Lobão e João Lisboa, que pode se dizer fazem parte de uma integração por serem municípios limítrofes, deveriam ser acessados a partir de terminais urbanos. Fora daí, deveria ser tudo na rodoviária, que falta acesso e sobra buracos. Não é o que se vê. O que se vê é o caos, com vans para Barra do Corda, para Balsas, Amarante e para diversas cidades do Tocantins “zanzando” pelas ruas.