Não tem jeito

Mesmo com o Maranhão já em dificuldade financeira, como mostra o próprio governador nas suas últimas decisões, Flávio Dino (PCdoB) continua alfinetando o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Nas redes sociais, ele disse que há um “patriotismo” bem estranho: “Abir mão da nossa soberania e independência no mundo para transformar-nos em um país subalterno e caudatário da política dos Estados. O Brasil deve ser uma Nação forte, soberana e livre. Assim pensam os verdadeiros patriotas”. Com os petistas mais “baixos do que apartamento de minhoca”, Flávio Dino quer ser um contraponto ao Governo Bolsonaro e assim se projetar nacionalmente visando as eleições de 2022. Ele tem a pretensão de disputar a Presidência da República.

Sem alteração

Os votos que o deputado estadual Sérgio Frota (PR) obteve em outubro serão mantidos. Com isso, não haverá alteração na lista de eleitos no dia 7 de outubro. Portanto, quem sonhava com uma cadeira pode ir tirando o cavalinho da chuva. O presidente do Sampaio Corrêa foi considerado inelegível por crime eleitoral cometido ainda nas eleições de 2014. Nas eleições deste ano ele  obteve 23.321 votos, insuficientes para sua reeleição. Mas mesmo que saísse vitorioso, não assumiria, porque nesta quinta-feira o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que Frota está inelegível.

Mandato

O suplente de vereador Sargento Adelino deve assumir antes do final do mês o mandato na Câmara Municipal de Imperatriz. Ele ocupará a cadeira do vereador Rildo Amaral, que se elegeu deputado estadual e deve antecipar a sua saída da Câmara. Adelino é o primeiro suplente da coligação SD/PT/PCdoB, com 1.441 votos. Rildo Amaral obteve 3.078 votos. Foi o segundo entre os 21 vereadores eleitos.

Mais um

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou mais um integrante para o seu “Quartel General”. O almirante-de-esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior é o futuro ministro de Minas e Energia. É o sexto nome militar para a equipe ministerial. Os outros são Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Gabinete de Segurança Institucional); Fernando Azevedo e Silva (Defesa);  Carlos Alberto Santos Cruz (secretário de Governo); Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia); Wagner Rosário (Transparência e Controladoria-Geral da União). Tem ainda Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), que iniciou a carreira no Exército, mas acabou ingressando, por concurso, no quadro de auditores da Controladoria-Geral da União (CGU).

Olha aí!

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão teria se manifestado pela rejeição da prestação de contas relativa à arrecadação e aplicação de recursos financeiros na campanha eleitoral de 2018 do governador Flávio Dino (PCdoB). Dentre as irregularidades estariam gastos eleitorais anteriores a prestação de contas parcial e que não foi informada à época; doações fora dos prazos eleitorais e que não chegaram a ser informados na época; pagamento a empresas não registradas ou inativas na Junta Comercial do Maranhão; omissões de gastos e não registros de doações financeiras a outros candidatos e partidos políticos. O documento, com o processo nº 0601483-04.2018.6.10.0000, foi retornado com parecer ao MPE pela desaprovação das contas nessa sexta-feira, 30 de novembro.

Ele disse

“O índio é um ser humano igualzinho a nós. Querem o que nós queremos, e não podemos usar o índio, que ainda está em situação inferior a nós, para demarcar essa enormidade de terras, que no meu entender poderão ser, sim, de acordo com a determinação da ONU, novos países no futuro. Justifica, por exemplo, ter a reserva ianomami, duas vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro, para, talvez, 9 mil índios? Não se justifica isso aí”. (Presidente eleito Jair Bolsonaro)