Prego batido

A ex-candidata a prefeita e suplente de deputada federal, Rosângela Curado (PDT), bateu o martelo. Será mesmo candidata a deputada estadual. No sábado, ela se reuniu com parte do seu grupo, em sua residência, para anunciar a pré-candidatura. Rosângela poderá ter apoio de alguns vereadores, entre eles José Carlos Barros (PV), Ditola Castro e Bebé Taxista, ambos do PEN.  Estes dois devem apoiar para federal o deputado Junior Marreca (PEN), e Rosângela pode fazer dobradinha com ele. Segundo informações, ela não pretende fazer um grupo grande para a campanha. Vai fazer como em 2012, com aliados mais próximos e do jeito dela. Em 2012, Rosângela disputou a primeira eleição para a prefeitura. Perdeu mas ficou em segundo lugar, com 39.718 votos (31.83%). Perdeu para Madeira, que tinha a máquina da prefeitura na mão. No ano passado, mesmo tendo apoio do Palácio dos Leões, ficou em terceiro lugar, perdendo para Assis Ramos e Ildon Marques. Obteve 28.967 votos (21.82%). E por pouco não ficou atrás de Ribinha Cunha (26.587 votos – 20.03%). Por isso, vai fazer a campanha do seu jeito.

Chapa

Uma forte liderança estadual bem situada no meio governista revela que a chapa que mais preocuparia Flávio Dino (PCdoB) seria uma formada pelo deputado estadual Eduardo Braide (PMN) como candidato a governador e Roseana Sarney e Edison Lobão ao Senado. O deputado disputou a prefeitura de São Luís e saiu fortalecido. De acordo com a fonte, que apoia Flávio Dino, hoje Braide é apontado como imbatível na capital.

Distritão

Se realmente passar no plenário da Câmara a proposta do voto distrital, pretensos candidatos a deputado estadual de Imperatriz podem ter grandes dificuldades para se eleger. Pela regra atual, pelo menos três dos que vêm se apresentando teriam chances.  Mas com o “distritão”, em que são os mais votados, ficaria muito difícil. Os atuais deputados, já com forte estrutura, levam vantagem. O próprio deputado Marco Aurélio (PCdoB), representante de Imperatriz e região, seria um dos a garantir a reeleição.

E...

A proposta que cria o chamado “distritão” é polêmica e divide a opinião de parlamentares e especialistas. Os críticos do “distritão” argumentam que o sistema enfraquece os partidos e facilita a eleição de celebridades e caciques políticos. Segundo o senador Jorge Viana (PT-AC), o “distritão” não existe em países desenvolvidos e torna as eleições mais caras. Os defensores argumentam que o sistema é mais simples de entender, já que os parlamentares mais votados são eleitos. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, acredita que o modelo deve ser temporário e valer para as eleições de 2018 e 2020, com uma transição para o voto distrital misto em 2022.

Olha aí!

Estimulado por amigos, lideranças classistas e políticas, o médico Gilson Kyt pode entrar na disputa das eleições de 2018. Sairia candidato a deputado federal ou suplente de senador. Na quinta-feira passada ele participou de uma reunião com os ex-prefeitos Sebastião Madeira e Ildon Marques e o senador Roberto Rocha. Mas pode sair candidato pelo grupo liderado pela ex-governadora Roseana Sarney, que terá como candidatos ao Senado Sarney Filho e Edison Lobão.

Vice

Um observador político lembrou que Gilson Kyt poderia se tornar também uma opção para vice-governador, já que pré-candidatos pretendem escolher um companheiro de chapa que represente Imperatriz e região.

Será?

Comenta-se que engenheiros e funcionários da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA) não estariam satisfeitos com a nomeação de um advogado, André dos Santos Paula, para o cargo de diretor de Operações e Manutenção da empresa. O cargo seria limitado aos profissionais de engenharia, conforme regras previstas na Resolução nº 430, de 13 de agosto de 1999, do CONFEA. O advogado seria filiado ao PCdoB.