Sem plantão

Na sessão de ontem, o vereador Rildo Amaral (Solidariedade) usou a tribuna para denunciar que o plantão de farmácia não está sendo cumprido. Ele tem divulgado a escala nas redes sociais e vem recebendo reclamações de pessoas que necessitam de medicamento à noite e não encontram farmácia aberta. Rildo Amaral afirmou que ele próprio sofreu na pele o problema, no último domingo, quando se sentiu mal de madrugada e pediu para  um amigo comprar medicamento. Só que nenhuma das seis farmácias que deveriam estar de plantão estava aberta. O vereador pediu à Comissão de Saúde da Câmara que solicite à Vigilância Sanitária uma fiscalização e tome as providências cabíveis contra os estabelecimentos que não cumprirem a lei. Mas Rildo ressaltou que, segundo lhe informaram, os proprietários estão alegando falta de segurança.

Será?

Nas redes sociais há uma polêmica em torno da formatura dos novos soldados da Polícia Militar, polo de Imperatriz. Consta que os formandos querem como patrono o vereador Rildo Amaral, e o comando teria optado pelo deputado Marco Aurélio e o secretário Clayton Noleto. O vereador desfruta da amizade dos militares e ultimamente está “rompido” com o comando. Daí, supõe-se ter sido “rifado”.

Buracos

O vereador Alberto Souza (PDT), ao discusar na sessão de ontem, disse reconhecer a boa vontade do prefeito Assis Ramos, mas  lamentou o estado das ruas, destacando que os moradores interditaram a Rio Grande do Norte. “Na verdade, a rua já estava interditada pelos buracos”, observou o vereador. Ele sugeriu ao prefeito que aumente o número de frentes de trabalho para agilizar a operação tapa-buracos. Alberto Souza reafirmou que acredita que Assis Ramos pode fazer uma gestão exitosa.

Riacho Cacau

Indicação apresentada pelo vereador José de Arimatheia Pereira de Castro (Ditola) solicita ao governador Flávio Dino intervenção junto à Caema para que seja construída uma rede coletora de esgoto na extensão do riacho Cacau, do Parque Alvorada ao rio Tocantins.

Primeira

A prefeitura de Itapecuru-Mirim anulou, na última segunda-feira, o contrato celebrado com o escritório de advocacia João Azedo & Brasileiro Sociedade de Advogados, cujo objeto era a recuperação de créditos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). A medida tomada pelo prefeito Miguel Lauand Fonseca atende a recomendação conjunta formulada pelo Ministério Público de Contas (MPC), por meio da procuradora Flávia Gonzalez Leite, e pelo Ministério Público Estadual (MPE), representado no município pela promotora de Justiça Flávia Valéria Nava Silva, da primeira promotoria de Justiça de Itapecuru-Mirim.

Mais de 100

Com a saída do escritório, a ação judicial em Itapecuru-Mirim passa a ser acompanhada pela Procuradoria do município, como solicita a representação do MPC. O contrato foi anulado depois de o Tribunal de Contas ter emitido várias medidas cautelares atendendo a representação do Ministério Público de Contas. Entre outros pontos, as cautelares determinam a adequação dos contratos aos termos da lei nº 8.666/93 ou a sua anulação. As representações do MPC não chegaram a alcançar o município de Itapecuru-Mirim. Por meio de entendimentos envolvendo o MPC e MPE, o poder público municipal se antecipou e decidiu voluntariamente pela anulação do contrato. Mais de 100 contratos celebrados por municípios maranhenses estão sendo alvo de questionamento junto ao Tribunal de Contas do Estado