Será?

Políticos e a imprensa da capital, como é o caso do Jornal Pequeno, já comentam que o secretário da Infraestrutura, Clayton Noleto, não será candidato a deputado federal, em 2018. Caso realmente seja verdade, na eleição ele deve ser o homem forte da campanha de reeleição do governador Flávio Dino. Não se entende a razão do PCdoB tirá-lo do páreo. Clayton seria um grande nome do partido para representar Imperatriz e região no pleito e, certamente, no Congresso Nacional. Consta que as prioridades do PCdoB são o já deputado federal Rubens Jr, o jornalista e secretário de Estado Márcio Jerry, o secretário de Segurança, Jefferson Portela, e até mesmo o deputado estadual Marco Aurélio. Mas este estaria resistindo, preferindo disputar a reeleição. É aguardar.

Aberto

Em Imperatriz, o campo eleitoral está ficando bom para os pretensos candidatos a deputado federal. Clayton Noleto pode ficar de fora. Ildon Marques diz que não será candidato e Rosângela Curado estaria pensando em ser candidata a deputada estadual. E se Madeira sair para o Senado, melhor ainda. O deputado estadual Antonio Pereira é um dos que estão pensando em se candidatar à Câmara Federal.

Pauta

Hoje a Câmara Municipal de Imperatriz realiza a primeira das três sessões previstas para a semana. A exemplo das passadas, certamente o assunto que predominará será em torno da saúde e dos buracos, dois temas que vêm sendo abordados especialmente pela oposição. Mas a situação vem mostrando que não há apenas um culpado (o atual prefeito) pelo que está acontecendo na cidade. 

Do mesmo saco

“Você é minha referência no Maranhão”. Palavras de Lula ao deputado federal Waldir Maranhão durante visita à transposição do rio São Francisco. Waldir é pretenso candidato a senador e certamente terá o apoio de Lula/Dilma, em retribuição à sua desastrada medida de tentar anular o impeachment da ex-presidente petista.

Reforma

Na abertura do Seminário Internacional sobre Sistemas Eleitorais, ontem, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, defendeu uma reforma no sistema político para as próximas eleições. Ele criticou o atual sistema por meio de lista aberta de candidatos e com coligações. “No nosso sistema hoje, vota-se em Tiririca e elege-se Valdemar da Costa Neto e Protógenes”, disse o ministro. Para o presidente, é preciso discutir com a sociedade e com o Congresso um modelo mais adequado para evitar distorções no processo eleitoral, como candidatos que se elegem com votos de terceiros.

Lista fechada

Ontem, em entrevista a jornalistas na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Comissão Especial da Reforma Política, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), rebateu as interpretações de que uma eventual adoção do sistema de lista fechada para as eleições proporcionais (deputados e vereadores) poderia beneficiar políticos investigados na Operação Lava-Jato.

Lista fechada II

Para o deputado Lúcio Lima, “não pode se achar que todas as medidas que serão votadas no Congresso terão relação com a Lava-Jato. O voto em lista fechada não camuflaria as candidaturas de eventuais envolvidos na operação ou que estejam comprovados como culpados. Cada sistema tem pontos favoráveis e contrários. Algum sistema tem que ser adotado para resolver o imbróglio diante da proibição de financiamento de empresas”.