Buraqueira
A cidade está um buraco só. O próprio prefeito Assis Ramos admite isso, até porque não dá para tapar o sol com a peneira. Mas, embora tímido, está sendo feito serviço de tapa-buraco. Há a necessidade de se criar várias frentes de serviços, porque a cidade é grande e o problema exige urgência. Imperatriz tem 500 quilômetros de ruas. A maioria com asfalto, portanto necessitando de reparos. Assis Ramos é o atual prefeito, portanto cabe a ele se virar. Mas vale ressaltar que grande parte do problema foi herdada da administração passada. Quando chegou o final do ano, a cidade já tinha buraco em todo canto e a gestão já havia “encerrado” a sua longa temporada de 8 (OITO) anos. Em muitas ruas já não adianta mais fazer remendos. O asfalto é antigo e de péssima qualidade. É preciso recapear, e para isso haja dinheiro. A coluna já mostrou, recentemente, que 1 km de recapamento custa R$ 170 mil. E 1 km não equivale a mais do que 10 quadras. Portanto, a prefeitura precisa de ajuda, e grande, dos governos estadual e federal para recuperar as ruas.
Difícil
Louvável a atitude de políticos e entidades que foram a Brasília tentar a manutenção da agência do Banco do Brasil da Praça da Cultura e da Seccional da Procuradoria da Fazenda Nacional, ambas já fechadas. Só que o governo dificilmente voltará atrás. Até porque, em relação ao banco, não foi somente em Imperatriz. A medida atingiu agências em várias partes do País. Foram 402 agências. De qualquer forma, valeu arriscar.
Aproximação
Ontem, o deputado João Marcelo (PMDB) se reuniu com o senador Roberto Rocha (PSB). Filho do senador João Alberto, o deputado é do grupo Sarney, e o senador se elegeu pelo grupo de Flávio Dino (PCdoB), mas já rompeu. Rocha pretende ser candidato a governador e nada melhor do que o apoio dos sarneystas. Só que há outros também querendo. Ficaria difícil para ele ter apoio do grupo, até porque é visto com desconfiança. Roberto Rocha tem oito anos de mandato. Portanto, só o Palácio dos Leões lhe interessa. É aguardar.
Decepcionando
As críticas estão se avolumando contra o prefeito de Porto Franco, Dr. Nelson Horácio. Numa campanha em que prometeu “mundos e fundos”, ele vê a sua popularidade despencar logo nos primeiros dois meses de mandato. O grupo de Deoclides Macedo assiste de camarote, percebendo que não vai ser tão difícil retornar ao comando de Porto Franco, onde vinha reinando há muitos anos.
Primeiro
O ex-presidente da câmara municipal de Sambaíba, Felikimar Pereira de Sousa, foi o primeiro gestor público maranhense a entregar sua prestação de contas ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA) no ano de 2017. Felikimar entregou os arquivos eletrônicos com as informações que compõem a prestação de contas da câmara de Sambaíba relativa ao exercício financeiro de 2016. O prazo de entrega das prestações de contas terminará no dia 03/04. Por força de determinação constitucional, o prazo é improrrogável e todos os gestores responsáveis pela utilização de recursos públicos devem obedecê-lo.
IPVA
A Câmara dos Deputados analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), do deputado Vicentinho Júnior (PR-TO), que modifica a forma de cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), passando a considerar o peso do veículo para definir o valor do tributo devido. Hoje a maioria dos estados adota o critério da capacidade econômica do contribuinte, aferida pelo valor de venda do veículo. A ideia é substituir esse critério pelo de desgaste causado por cada tipo de veículo, vinculado ao peso do carro.
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