Vai azedar
Denominaram um grupo de novos vereadores de “Leite Ninho”, quando na verdade há muito tempo já tomam leite in natura. Não têm nada de “neném”. Bom, agora dizem que pelo menos quatro deles estariam se articulando para apoiar um candidato a deputado estadual. Para tanto, estariam indo a São Luís neste final de semana tratar do assunto. Por que ir a São Luís? Será que vão apoiar candidato da capital? Certamente Imperatriz e região terão vários candidatos a deputado. Por que então apoiar de fora? Esperamos que essa não seja a intenção dos neófitos vereadores, mas se for começarão mal a carreira.
Zerou
Ontem, o prefeito Assis Ramos “passou a régua” na folha de pessoal, pagando os servidores que ainda não haviam recebido. O pagamento não tinha sido feito antes devido a questões burocráticas de atualização de senhas. Com isso, somente neste dia 12 é que os salários de dezembro foram pagos. Assis Ramos pretende pagar em dia.
Olha aí!
É preocupante o alerta feito pelo vereador Ricardo Seidel. Segundo ele, “não adianta mais investir no Socorrão porque o prédio não tem condições de funcionamento”. Ele apontou vários problemas verificados durante quatro horas em que passou dentro do hospital municipal. Afirmou que no Socorrinho a situação também é precária.
Exoneração
Uma mexida de repercussão nos bastidores prefeiturais foi feita em um setor de uma das mais importantes secretarias de Imperatriz. No cargo desde o Governo Ildon, o servidor teria sido exonerado nesta semana. “Assis teve a coragem que faltou ao governo passado”, observou uma fonte.
Apoio
O prefeito Cícero Neco (Cicin), de Estreito, foi a São Luís e solicitou ajuda da Secretaria de Saúde para o seu município e também para Porto Franco, cujo prefeito, Dr. Nelson Horácio, ele apoiou. Uma fonte que conversou com Cicin revela que Dr. Nelson está temendo sofrer boicote do governo estadual porque é adversário de Deoclides Macedo, aliado de Flávio Dino. Mas na Secretaria de Saúde a promessa é de que não haverá discriminação.
Alerta
Os prefeitos que acabaram de assumir a gestão 2017-2020 devem ficar atentos às ações que devem ser desenvolvidas para implementar as mudanças exigidas na contabilidade municipal. Essas medidas estão relacionadas no Plano de Implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (PIPCP), divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O Plano estabelece prazos-limite obrigatórios, que variam para Municípios com até 50 mil habitantes e com mais de 50 mil habitantes. Não há, no entanto, o impedimento de que cada Ente da Federação implante determinado procedimento antes da data estabelecida.
Ações exigidas
Entre as ações que já são exigidas em 2017, estão o reconhecimento, a mensuração e a evidenciação da Dívida Ativa, tributária e não tributária, e respectivo ajuste para perdas. Para alimentar o Sistema de Informações Contábeis e Fiscal do Setor Público Brasileiro (Siconfi) em 2017, os novos gestores também devem reconhecer, mensurar e evidenciar as obrigações com fornecedores por competência, além da provisão atuarial, para os municípios que mantêm Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).
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