Inchaço

O prefeito Francisco de Assis Ramos precisa ter cuidado para que a folha de pagamento não termine inchando. Ontem, uma pessoa que conhece os meandros da máquina municipal observou que, no caso da Educação, se for tirado um professor de sala de aula por cada diretor de escola e houver contratação para ocupar o lugar, isso significaria um acréscimo em torno de 300 mil reais na folha de pagamento. R$ 3.600.000,00 por ano. A fonte observa, também, que nesta época de crise, não apenas Assis Ramos, mas que todos os prefeitos aproveitassem a PEC 55 para não  realizarem concursos. Se for para contratar, o melhor seria fazer seletivo. A prefeitura de Imperatriz já corre o risco de ter que aumentar a folha da Educação, caso seja obrigada a diminuir a carga horária, reivindicada pelos professores. Seriam cerca de 500 professores a mais ou pagamento de horas extras.

Visita

O deputado estadual Léo Cunha fez uma visita ao prefeito Assis Ramos acompanhado dos vereadores Pedro Gomes, Fábio Hernandez e Adhemar de Freitas Jr. Os três foram eleitos na coligação liderada pelo candidato a prefeito Ribinha Cunha, irmão de Léo. É o deputado mostrando força com a “Bancada Cunha”, eleita pelo PSC.

Engraçado

Se não faz, é criticado, como foi o ex-prefeito Sebastião Madeira. Se faz, também é criticado, como está sendo o prefeito Assis Ramos. A coluna refere-se à retirada de vendedores ambulantes dos logradouros públicos, medida que vem sendo tomada pela Defesa Civil no perímetro urbano da BR-010. Já apareceram os defensores dos “coitadinhos”, que estão sendo prejudicados nas suas atividades. Ora, ali não é lugar de comércio. E antes de irem para lá não viviam?

Peças antigas

Para não prejudicar o funcionamento da máquina, algumas peças do Governo Madeira foram mantidas, até porque o novo prefeito não tem, no momento, as de reposição, em sua totalidade. Mas quando a máquina estiver dominada, é provável que haja substituições. É aguardar.

Na disputa

O jovem Fábio César informou que será candidato a deputado estadual, em 2018. Fabinho é assessor da Secretaria de Estado da Articulação Política, comandada pelo jornalista Márcio Jerry, pretenso candidato a deputado federal. Os dois farão dobradinha em alguns municípios.

Ele disse

“Facções criminosas violentas são nacionais. Logo, o problema exige um sistema nacional de Segurança Pública, coordenado pela Polícia Federal. Não adianta apenas construir mais e mais penitenciárias. Problema também é excesso de prisões provisórias e falta de penas alternativas. Sobre prisões provisórias e penas alternativas, o Judiciário e o Ministério Público têm um papel insubstituível e essencial”. (Comentário do governador Flávio Dino)

Expulsão

Em 2016 o governo federal expulsou 550 servidores por cometerem alguma irregularidade. Consta que 445 eram servidores efetivos; 65 foram cassações de aposentadorias e 40 servidores em cargos comissionados. O principal motivo das expulsões foi a prática de atos relacionados à corrupção, com 343 penalidades aplicadas, ou 65,3% do total. O percentual aumentou em relação a 2015, quando atingiu 61,4%. Também houve expulsões por abandono de cargo, falta de assiduidade ao trabalho ou acumulação ilícita de empregos. Já são 6.209 desde 2003.