Reação
O governador Flávio Dino reagiu duramente contra os comentários de que haveria enviado projeto à Assembleia Legislativa sobre aumento dos subsídios de governador, vice e secretários. “É absolutamente mentirosa notícia de aumento de salário de governador, vice e secretários de estado no Maranhão. Uma invenção criminosa. Esse é o nível de calúnias e agressões que enfrentamos no Maranhão, oriundas dos segmentos que têm intere$$e$ contrariados. Os autores das agressões e mentiras são os mesmos de sempre, que não aceitam os êxitos de um governo sério e popular”, afirmou Flávio Fino. A notícia ganhou grande repercussão, especialmente junto aos servidores que reivindicam reajuste salarial. “Fico indignado como há gente especializada em fazer o mal. Por essas e outras, que muita gente séria não quer saber de política”, completou o governador, que também vem sofrendo críticas em função do reajuste de alíquotas do ICMS.
Esquentando
A eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Imperatriz começa a ganhar novo rumo. O candidato à reeleição José Carlos Soares vinha se movimentando sem a sombra de um concorrente. Agora o vereador eleito Fábio Hernandez entra no jogo decidido a virar o placar, com o empenho do vereador Hamilton Miranda. Isso já resultou na adesão do vereador Chiquim da Diferro ao grupo, que tem ainda Ditola, Bebé e Adhemar Freitas Jr. Se o prefeito diplomado Assis Ramos resolver entrar no time, então o caldo engrossa. Existe um ditado russo que diz: “o martelo que quebra o vidro é o mesmo que forja o aço”.
Audiência
Como foi antecipado pela coluna na edição de sexta-feira, 16, ontem aconteceu o encontro do prefeito diplomado Assis Ramos (PMDB) com o governador Flávio Dino (PCdoB), no Palácio dos Leões. O prefeito foi tratar da liberação dos servidores estaduais escolhidos para o seu secretariado e também de parcerias para a realização de obras. Da reunião participaram os secretários Márcio Jerry (Articulação Política e Comunicação), Clayton Noleto (Infraestrutura) e Marcelo Tavares (Casa Civil).
AMRT
Ontem, prefeitos eleitos e reeleitos se reuniram na sede da Associação dos Municípios da Região Tocantina (AMRT) para definir a chapa para a eleição da nova diretoria da entidade. O candidato a presidente é o prefeito de Campestre, Valmir Morais (PT), e o vice o prefeito de São Francisco do Brejão, Adão Carneiro (PCdoB). A AMRT é praticamente inútil. Só se ouve falar na entidade na época de eleição. Depois, todo mundo some e nada acontece. Na verdade, funcionou mesmo só nos primeiros anos, devido à dedicação de um dos seus fundadores, o ex-prefeito de João Lisboa Sálvio Dino.
Olha aí!
Quem for supersticioso que não queira gabinete da ala direita da Câmara de Imperatriz. Foi dali praticamente todos os vereadores que não se reelegeram. São 10: Buzuca, Esmerahdson, Enoc, Eudes, Zé da Farmácia, Caetana, Antonio José, Fidélis, Roma e Richard. O único da ala esquerda foi Adonilson que, na verdade, nem chegou a disputar a reeleição, porque foi vice na chapa de Rosângela Curado.
Impacto
Aprovada pelo Congresso Nacional na quinta-feira, 15, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2017 prevê um aumento de 7,5% do salário mínimo, que passará de R$ 880 para R$ 945,80 no ano que vem. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que esse reajuste causará um impacto de R$ 2,5 bilhões no pagamento das folhas municipais.
Impacto II
Em um momento onde os municípios já estão combalidos com a queda significativa de recursos, qualquer correção pode afetar seriamente as finanças públicas locais. No Brasil, o salário mínimo é utilizado como piso tanto para os empregos formais, onde estão inclusos os funcionários públicos e os trabalhadores com carteira assinada, como também para aposentadorias e outros benefícios sociais, explica a CNM. Porém, esse não é o único motivo de preocupação. A entidade ressalta que os municípios brasileiros abrigam mais de três milhões de funcionários com remuneração vinculada ao salário mínimo. As cidades de pequeno porte são as mais afetadas, pois abrigam diversos funcionários cuja remuneração é de até 1,5 salário mínimo. Isso faz com que suas despesas com pessoal aumentem progressivamente ao longo dos anos.
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