Esquentando

A campanha eleitoral começou a ganhar ritmo, depois dos pedidos de registro das candidaturas. Inaugurações de comitês, caminhadas e até pedidos de impugnação de candidatura estão esquentando o clima político-eleitoral. Na quinta-feira Ribinha inaugurou o comitê central. Sexta-feira foi a vez de Rosângela Curado. Ontem, o Delegado Assis Ramos realizou caminhada na Vila Lobão. Ildon Marques fez reuniões. Sanches e Sandro Ricardo também estão se movimentando. Mas o que está mesmo repercutindo neste início de campanha são os pedidos de impugnação da candidatura de Ildon Marques (PSB), feitos por um jornalista e um partido. O imbróglio está formado e muitos lances acontecerão até o dia 2 de outubro. Eleição é uma guerra e vale lembrar aos afoitos que ovo não entra em briga de pedra.

Firme

Se alguém ainda tinha dúvida, pode ter certeza que o governador Flávio Dino vai se engajar na campanha de Rosângela Curado. A demonstração foi dada na noite de sexta-feira, ao participar da inauguração do comitê central de campanha da candidata. Dino até empunhou uma bandeira da pedetista e balançou com entusiasmo como se estivesse em sua própria campanha.

Ausência

Novamente foi muito comentada a ausência do deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB) na campanha de Rosângela Curado. Ele participou da inauguração do Hospital Macrorregional de Imperatriz Dra. Ruth Noleto, mas não acompanhou o governador Flávio Dino no evento promovido pelo PDT-PCdoB e partidos aliados.

E...

Os aliados estão estranhando a atitude de Marco Aurélio, porque ele sempre foi visto como homem de grupo e não tem temperamento forte. É sereno e de diálogo.

Fora

O prefeito de Balsas, Luiz Rocha Filho, não vai mesmo disputar a reeleição. Alegou problema de saúde. Rochinha não vem realizando uma administração dentro da expectativa da população e teria dificuldades para se reeleger. Ele deve apoiar Francisco Coelho, veterano político que já foi prefeito e deputado federal. Em Balsas são cinco candidatos. Além de Chico Coelho (PSL), há Ana Lúcia Noleto (PPS), Domingos Matos (PSOL), Eric Augusto Silva (PDT) e Marcelo Kirschnick (REDE).

Contra

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a proposta de emenda à Constituição, apresentada pelo governo interino de Michel Temer, que congela nos próximos vinte anos os gastos públicos, tendo como referência os valores de 2016. Para o senador, esta medida, considerada pelo governo como a mais importante do ajuste fiscal, “mostra o caos político e econômico que se instalou no país por causa da irresponsabilidade dos que querem atender apenas aos interesses do mercado, em detrimento da sociedade”.