O deputado federal Francisco Escórcio, que coincidentemente chegou na Praça de Fátima quando era feita a coleta de assinaturas, não se negou a colocar o seu nome. Ele apoia a reforma política. Escórcio reclama que nem sempre o eleito é o que tem mais votos. Ele, por exemplo, obteve quase 60 mil votos e ficou na suplência, quando houve candidato eleito com cerca de 30 mil votos. As cadeiras são distribuídas proporcionalmente aos votos obtidos pelos partidos ou coligações, de acordo com um quociente eleitoral. Há sugestão para que o sistema passe a ser distrital. As cidades e os Estados seriam divididos em distritos e o candidato mais votado seria eleito, independentemente do partido.