O ex-prefeito Tadeu Palácio era tido pela oposição como um dos grandes homens da política maranhense. Quando se aliou ao Grupo Sarney, se tornou para a “balaiada” um dos piores políticos. Agora volta à oposição e passa a ser novamente um homem sem defeito.
Não é nenhuma novidade o presidente regional do PDT, Igor Lago, atacar o grupo Sarney, afinal o seu pai, Jackson, era um velho adversário do que chamara de oligarquia. Agora Igor partir pra cima de integrantes do grupo de oposição, aí é de chamar a atenção. Ao comentar sobre a propalada aliança do PDT com o PSDB do prefeito João Castelo, Igor Lago disparou: “Na verdade, na política maranhense não interessa nem ao grupo Sarney, nem ao prefeito João Castelo e nem ao ex-governador José Reinaldo e seu pupilo, Flávio Dino, que o PDT se fortaleça novamente”. ...
Ontem, um observador político perguntava se o PSB ou outro partido da coligação não iria ingressar na justiça pedindo a vaga do vereador Pastor Luis Gonçalves por infidelidade partidária. Gonçalves foi eleito na coligação PSB/PDT/PRB. Na reta final do prazo para filiações, ele trocou o PSB pelo PDT. Até agora, ninguém se manifestou sobre o assunto. Ao PDT não interessa, porque ganhou o vereador. Restaria o próprio PSB e o PRB. O primeiro suplente da coligação é Chico do Planalto, mas deixou o PRB pelo PDT.
O PTdoB está sendo reestruturado em Imperatriz. O partido estava acéfalo. Assumiu o comando da legenda o Pastor Paulo Sérgio, que conseguiu formar um significativo grupo de pré-candidatos a vereador. O PTdoB ainda não definiu o lado que vai. Já teve uma conversa com o prefeito Madeira (PSDB), mas nada ficou acertado.
“Nós geramos energia e temos a energia mais cara. Isso é inadmissível”. A afirmação é do deputado federal maranhense Francisco Escórcio (PMDB), que foi indicado vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores de Energia e Combustíveis. O Tocantins tem a energia mais cara do país, seguido do Maranhão. O deputado César Halum, do PSD de Tocantins, é o presidente da Frente, que defende mudanças na metodologia tarifária estabelecida pela Aneel. Segundo os dois parlamentares, a atual política tarifária para o setor prejudica os mais pobres. A Frente conta com 240 deputados e senadores.
O PSDB perdeu dois vereadores e não ganhou nenhum filiado com mandato. Mas recebeu dois reforços importantes – o professor Esmeradson de Pinho e o presidente da Colônia de Pescadores, Salomão Santana. O partido, embora as perdas, tem um dos quadros mais fortes. Ficou ainda com dois vereadores – Buzuca e Zé do Creia. Tem ainda os suplentes Terezinha Soares (2.024 votos), Mesaac Ciqueira (1.614 votos), Cabo J. Ribamar (1.338 votos), Renato Fernandes (1.203 votos) e Caetana (1.009 votos).
O grupo do prefeito de João Lisboa, Emiliano Menezes, tem quatro pré-candidatos a prefeito. É uma dor de cabeça para ele, que está tentando resolver o problema sem que haja divisão. Para isso, reuniu os quatro e deu o recado: procurem se unir e viabilizar as suas candidaturas. Quem estiver melhor colocado na preferência do eleitorado, será o candidato, com o apoio dos demais. Se não houver entendimento, Emiliano lava as mãos, ficando longe dos palanques. São pré-candidatos Iracilda, Val Mota, Paulinho e Edna.
O ex-vereador de Imperatriz, Raimundo Expressinho, deixou o PMDB de Governador Edison Lobão e se filiou ao PDT do ex-prefeito Ney Bandeira. Expressinho comandava o PMDB, que foi entregue ao ex-prefeito Washington Plácido. Com isso, resolveu deixar o partido.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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