Ontem houve a oficialização dos nomes, pela Mesa Diretora, dos deputados que vão integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará o destino dado aos R$ 73,3 milhões repassados pelo Governo do Estado à Prefeitura de São Luís, por meio de convênios, em 2009, durante o governo de Jackson Lago (PDT). Farão parte da CPI os deputados Roberto Costa (PMDB), Magno Bacelar (PMDB) e Vianey Bringel, pelo Bloco Parlamentar pelo Maranhão (BPD); Rogério Cafeteira (PMN) e Léo Cunha (PSC) pelo Bloco da União Democrática (BUD); Alexandre Almeida pelo PSD e Marcelo Tavares (PSB), pelo Bloco Parlamentar ...
Hoje, professores da rede estadual de ensino do Pará e representantes do Sindicato da categoria prestam esclarecimentos à Polícia sobre a desobediência à ordem judicial que determinou o fim da greve e retorno imediato ao trabalho. A decisão foi proferida pelo juiz da fazenda, Elder Lisboa, no dia 4 de novembro, mas a categoria decidiu manter o movimento. A investigação foi solicitada pela Promotoria dos Direitos Constitucionais.
O desperdício de água continua na rua Gonçalves Dias, entre Manoel Bandeira e Godofredo Viana. Já são dois meses de água jorrando e, embora o alerta, a Caema ainda não tomou nenhuma providência. Ao invés de estar preocupada em aumentar a tarifa em mais de 80%, primeiro a empresa deveria melhorar os seus serviços. Inclusive combatendo o desperdício de água, evitaria prejuízos e não precisaria todo esse peso nas contas dos consumidores, com aumento exorbitante.
Pelo andar da carruagem, o governo Roseana Sarney vai ter os quatro anos marcados por mobilizações dos servidores públicos. Pelo menos em relação à PM, já está livre, porque a negociação alcançou até 2014. Os delegados também tiveram a reivindicação atendida. Faltam os policiais civis, e os professores já ameaçam voltar às ruas. Não se surpreenda se outras categorias resolverem seguir o mesmo caminho, até porque sempre haverá a ação dos políticos insufladores, que querem desestabilizar o governo de olho nas eleições de 2014. E as greves são um prato cheio para eles...
O Pastor Luiz Carlos Porto compareceu ao ato, em frente ao quartel do 3º BPM, que marcou o encerramento da greve dos policiais militares e bombeiros, na noite de sexta-feira. A sua presença foi vista com restrições pelos militares. Durante a greve, Porto manteve contato com a governadora. Disse que havia manifestado preocupação e desejava que o problema fosse resolvido o mais rápido possível, além de estar orando por ela para que tivesse a sabedoria e o discernimento necessários para o momento.
Na sua narrativa sobre o contato que manteve com a governadora, Luiz Carlos Porto confessa que “antes, durante e depois do nosso governo, nunca tive a oportunidade de cumprimentar a senhora Roseana Sarney. Penso que se ela me ver na rua não saberá quem sou eu. Na condição de Pastor, sempre tive a vontade de ter uma conversa com a governadora Roseana Sarney. Mesmo quando era vice-governador, tive vontade de ter essa conversa pastoral. Por vários motivos, nunca foi possível”.
Mesmo com o fim da greve da PM, ontem pela manhã o Exército continuava nas ruas de Imperatriz, assim como a Força Nacional. Os policiais militares começaram a trabalhar ainda na noite de sexta-feira.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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