“O comunismo e outros governos utópicos encorajaram as pessoas a lutar por um sonho. Pelo sonho vale tudo. Por isso provocaram tantas mortes. A democracia é a forma mais eficaz de impedir que a violência do homem se manifeste”. Palavras do psicólogo canadense Steven Pinker, professor da Universidade de Harvard, em entrevista à revista Veja.
A Câmara analisa projeto de lei que prevê placas especiais de identificação para os veículos particulares utilizados por deputados federais e senadores. O deputado Guilherme Mussi (PSD-SP), autor da proposta, justifica a necessidade da placa especial com o argumento de que os integrantes do Congresso cumprem vasta agenda de compromissos, seja em Brasília ou em seus estados de origem. Uma placa de identificação especial, segundo ele, facilitará o deslocamento do parlamentar. - Esse deputado não tinha uma proposta importante para apresentar?
O deputado federal Francisco Escórcio está otimista quanto à possibilidade da distribuidora de combustíveis Ipiranga patrocinar o time do Cavalo de Aço. Ontem o parlamentar teve uma reunião com a diretoria do Imperatriz e logo em seguida enviou à empresa a proposta do time. Escórcio está tentando também que o Mateus Supermercados volte a ser patrocinador do time. Além disso, o deputado tentará junto ao senador Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro, a cessão de dois jogadores do time mineiro. Para isso, pedirá a José Sarney, presidente do Congresso, que faça a intermediação com o senador mineiro. Já ...
Foi sepultado ontem pela manhã, em João Lisboa, o corretor de imóveis Antonio Alves de Souza, mais conhecido como Antonio Corretor. Tinha 54 anos. Ele estava internado no HC de Imperatriz desde o Natal, devido a problema cardíaco. Tinha melhorado e havia até a possibilidade de receber alta na segunda-feira. Morreu na manhã de domingo. Antonio era secretário da Executiva Municipal do PPS e defensor da reedição da aliança com o PSDB do prefeito Sebastião Madeira.
As lideranças locais do PR e PSC realizarão um encontro com os pré-candidatos a vereador na próxima quinta-feira, às 19h, no New Anápolis. Vão discutir as estratégias para as eleições de 7 de outubro. Hoje, os pré-candidatos dos dois partidos somam 22. O PR é comandado por Ribinha Cunha, pré-candidato a prefeito, e o PSC por Léo Cunha, deputado estadual.
Pelo que informa o TSE, o vereador Francisco das Chagas, o Chagão, não está filiado a nenhum partido. Ele era do PT e mudou-se para o recém-fundado PSD, acompanhando o presidente da Câmara, Hamilton Miranda, que deixou o PSDB. Só que aparece apenas Miranda como filiado. Os dois teriam informado ao TSE a mudança partidária no dia 26 de outubro do ano passado. A data limite para quem pretende ser candidato era 05 de outubro. Mas Hamilton passou e ele não. O que houve com Chagão?
Rebatendo informações que estão sendo divulgadas, o ex-vice-governador Luiz Carlos Porto revelou no facebook que “agora eu sou o presidente do PPS de Imperatriz! Além de ser o vice-presidente estadual”. Mas de acordo com o TSE a filiação consta como cancelada.
Para quem gosta de entrar em briga de político: a família Capiberibe e José Sarney já estão fumando o cachimbo da paz. O governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), recebeu Sarney no Palácio do Setentrião. Os dois já haviam se encontrado no Senado. - Em briga de pedra, ovo não deve entrar...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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