Se o deputado federal Davi Alves Silva Junior (PR) acha que pode ganhar a eleição de prefeito porque teve 32.350 votos em Imperatriz, é bom pisar no freio. Eleição de prefeito é muito diferente de eleição para deputado. Veja o caso do ex-deputado estadual João Batista, que em 2006 teve 37 mil votos em Imperatriz e na eleição municipal de 2008 acabou ficando em terceiro lugar, com apenas 10.183 votos. Madeira também sempre teve uma votação expressiva para deputado, mas para chegar ao Palácio Renato Moreira teve que disputar quatro eleições. E ganhou porque teve o peso ...
Há especulações de que o encontro de partidos realizado no último sábado, na residência do médico Antonio Leite (PMDB), teria o dedo da governadora Roseana Sarney. Verdade ou não, o certo é que todas as siglas são da base do governo estadual, e algumas das pessoas envolvidas têm fortes ligações com o Palácio dos Leões, como os deputados Léo Cunha e Antonio Pereira, e o próprio Antonio Leite (amigo de Chiquinho Escórcio). - Será que o namoro de Madeira com Roseana não vai chegar nem a noivado?
Dos presentes à reunião, alguns são pré-candidatos a prefeito. O vereador Hamilton Miranda (PSD), que até então vinha se mantendo calado, confirmou à coluna que agora também é pré-candidato. Hamilton é um velho amigo de Madeira e pode até ficar contra ele, afinal em política tudo é possível, mas essa só vendo para crer...
Sumido desde que não conseguiu a reeleição, o ex-deputado estadual João Batista (PP) começa a mostrar a cara. Ele participou da reunião dos partidos, mas afirma que não será candidato nas eleições deste ano. JB pode, inclusive, assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa. Mas isso dependeria do esforço da governadora Roseana Sarney para que um deputado da coligação desocupe a cadeira.
“As pessoas vão, mas o partido fica... O partido está acima de qualquer pessoa”. Palavras do novo presidente do PDT, Julião Amin, diante das reações da ex-primeira-dama Clay Lago, que não reconhece a nova direção do partido e proibiu o uso da imagem do ex-governador Jackson Lago. Na opinião de políticos, Clay Lago tomou uma atitude politicamente errada, porque não contribui para o fortalecimento do partido, enfraquecido depois da morte de Jackson Lago e das divergências entre dois grupos – o de Clay/Igor Lago e o de Julião Amin/Weverton Rocha.
O deputado Alceu Moreira, do PMDB do Rio Grande do Sul, está recolhendo assinaturas para um pedido de urgência para a votação do projeto que trata da divisão dos royalties do petróleo. O pedido deverá ser entregue ao presidente da Câmara, Marco Maia, no dia 14 de março, com a presença de prefeitos e governadores. O deputado participou ontem de evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios, que reuniu na Câmara centenas de prefeitos de todo o país.
Sábado houve uma reunião na residência do médico Antonio Leite, presidente municipal do PMDB, entre representantes de diversos partidos pertencentes à base aliada da governadora Roseana Sarney. Foi discutida a formação de uma ampla aliança para enfrentar o prefeito Sebastião Madeira (PSDB). Estavam presentes 13 lideranças, representando cerca de 10 partidos. Entre eles estavam Hamilton Miranda (PSD), Ribinha Cunha (PR), Léo Cunha (PSC), Nonato Costa (PTB), deputado Antonio Pereira, Nival Coelho e Rosângela Curado, todos do Democratas; ex-deputado João Batista e o ex-vereador Pimentel, ambos do PP. Pelo PMDB, além de Antonio Leite, estava Carlos Lima.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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