Na hipótese de Ildon Marques não poder disputar a eleição, o PMDB teria candidato próprio? A pergunta já foi feita por várias pessoas, duvidando que outro nome do partido tenha a coragem de ir para a luta. Se teria candidato, não se pode garantir agora, mas o grupo anti-Ildon está se movimentando no sentido de lançar um nome, e por enquanto a opção é o médico Antonio Leite, presidente do diretório municipal. Ou isso é apenas um jogo para garantir Ildon fora do páreo e assim beneficiar Madeira, cumprindo desejo da governadora Roseana Sarney? Bom, são perguntas ...
No entendimento do ex-prefeito Ney Bandeira, ele não está inelegível. Acredita que não foi atingido pela Ficha Limpa, porque suas contas foram aprovadas pela Câmara Municipal de Governador Edison Lobão. Só que foram desaprovadas pelo TCE, e a Lei da Ficha Limpa não excluiu a decisão desse órgão. Pelo contrário...
Está prevista para hoje nova reunião do PCdoB, PSB, PT, PPS, PSOL e provavelmente o PDT. Será discutida a sucessão municipal. Estarão presentes os presidentes de cada partido, bem como os respectivos pré-candidatos à prefeitura. Segundo Clayton Noleto, presidente do PCdoB, na ocasião as siglas “confirmarão o interesse em promover a união do grupo, com vistas a apresentar um nome que melhor represente o projeto de governar Imperatriz”.
Ontem, no final da tarde, o ex-presidente do PDT, Igor Lago, concedeu entrevista sobre a tese de candidatura própria ao cargo de prefeito de São Luís e no máximo de municípios possíveis. Também falou sobre outros temas debatidos pelo Comitê de Resistência Democrática, criado depois que foi mudada a direção estadual, com a retirada de Igor e a indicação do ex-deputado Julião Amin.
A justiça julgou e condenou Antonio da Conceição, que figura no processo do Caso Renato como o matador do ex-prefeito. Desde a época do crime que há comentários de que esse suposto pistoleiro não existia. Teria sido criação de um dos envolvidos. A polícia nunca localizou esse personagem de um dos crimes de maior repercussão da história de Imperatriz.
Nos últimos anos o governo do Pará vem baixando um decreto para garantir o abastecimento de peixe durante a Semana Santa, em todo o Estado. A partir do dia 18 de março será proibida a exportação do pescado paraense, estendendo-se até o dia 6 de abril. A medida foi aprovada pelos representantes de 21 órgãos presentes à reunião na Secretaria de Pesca daquele estado.
Insatisfeitos com o tratamento que estariam recebendo, deputados do PMDB entregaram ao vice-presidente da República, Michel Temer, e ao presidente nacional da sigla, senador Valdir Raupp, um manifesto com mais de 50 assinaturas. Eles reivindicam participação mais ampla no governo. Temer prometeu que vai tratar do assunto em conversas com a cúpula do Planalto: presidente Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
O tempo está “voando” e os partidos começam a intensificar conversações com o objetivo de fechar alianças para as eleições de 7 de outubro. Até próximo a junho, mês das convenções, as siglas pretendem estar com alianças fechadas. PMDB, PSD, PTB, PP, Democratas, PV e outros já se reuniram duas vezes e na próxima semana haverá mais. O mesmo está fazendo a chamada esquerda, com PCdoB, PSB, PT, PPS, PSOL e possivelmente o PDT. Amanhã estes partidos estarão novamente discutindo a união. Uma coisa é certa: não estarão todos no mesmo barco. PCdoB, PT e PDT têm ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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