Nas eleições de 1992, o ex-deputado Onofre Correa desistiu da candidatura a prefeito e o PMDB resolveu fazer aliança com o PSDB, apoiando o candidato Sebastião Madeira, que disputava a eleição contra Renato Moreira, Zenira Fiquene, Divino Garcia e Deusdete Souza. O então deputado Cid Rojas de Carvalho, no programa eleitoral, dizia: O PMDB é Madeira... Ontem, ao se lembrar disso, um observador político provocou um amigo peemedebista: este ano o PMDB vai repetir as palavras de Cid Carvalho...
Algumas pessoas continuam insistindo nessa conversa de que estão traindo o ex-governador Jackson Lago. Ora, Jackson faleceu em 4 de abril de 2011. Portanto, o compromisso dos aliados com ele terminou há quase um ano. Ou querem que eles fiquem o resto da vida só lamentando, deixando de prosseguir a sua carreira política por causa de quem já faleceu? Até o último dia de sua vida, todos ficaram do seu lado. Madeira, por exemplo, só começou a conversar com Roseana depois que Jackson morreu.
Em Açailândia, comenta-se que alguns secretários podem deixar o cargo para disputar a eleição. Em Imperatriz, por enquanto ninguém se manifestou. Pelo visto, ninguém quer sair. Mas aqueles que são filiados a partidos que não estarão com Madeira deveriam tomar uma decisão. Não é justo que fiquem ocupando vagas que poderiam ser de filiados a partidos que apoiarão a reeleição do prefeito. Madeira poderá pedir as cadeiras...
“Eles disseram primeiro que a gente não construía, depois que o Maranhão não tinha profissionais para tantos hospitais e agora alegam que essas unidades não vão funcionar. Mas nós estamos provando que temos compromisso com a saúde do nosso povo, e não nos importamos com os que estão doentes de dor de cotovelo, porque eles só destroem. Não construíram nada e torcem sempre para que tudo dê errado no nosso estado”. Palavras da governadora Roseana Sarney, ao inaugurar mais um hospital.
O censo do IBGE aponta Imperatriz com 247.553 habitantes. Mas o número pode ser maior. Eleitores são mais de 150 mil. Apesar dessa significativa quantidade, existem filiados a partidos políticos apenas 13.693. A informação foi dada na sessão de ontem pelo vereador Edmilson Sanches, que fez um levantamento em torno do número de filiados em cada partido. O que tem mais é o PSDB, com 1.870 tucanos. Depois vem o PMDB, com 1.663, seguido do Democratas, com 1.290 filiados. O PTC, embora considerado um partido “pequeno”, é o quarto, com 739 filiados. O PTB tem 687 e ...
Pela previsão de uma pessoa ligada ao PT, a Frente de Oposição que está sendo articulada pode ter apenas três dos cinco partidos que estão participando das reuniões. A Frente teria PT, PCdoB e PSB, saindo PDT e PPS. Já outra pessoa ligada ao PDT acredita que apenas um não ficaria na aliança, o PT. A primeira tem mais rumo. O PT só não participaria dessa aliança se houvesse intervenção do diretório estadual, que já reafirmou o seu propósito de não se interferir nas decisões do partido em Imperatriz.
O PDT ficaria fora da aliança porque o deputado estadual Carlinhos Amorim, se não houver uma rasteira lá de cima, deve mesmo sair candidato a prefeito. Ele tem demonstrado essa vontade e está trabalhando para viabilizar apoios.
A verdade é que as articulações para as eleições municipais deste ano estão sendo feitas já com vistas às eleições para o governo estadual. O PCdoB, por exemplo, já abriu mão da candidatura em São Luís e isso pode também acontecer em Imperatriz. Na Ilha, o partido deve apoiar Edvaldo Holanda Jr (PTC), juntamente com PPS, PDT, PSB e PPS. Na Terra do Frei, o PCdoB retiraria a pré-candidatura de Sanches para apoiar Adalberto Franklin (PT). Flávio Dino quer amarrar os partidos da chamada esquerda para o embate de 2004.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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