O médico Mário Cortez denunciou que até o início da tarde de ontem ainda não havia recebido uma encomenda enviada de Fortaleza, dia 30/03, pelos Correios, via Sedex. Conforme o rastreamento, a encomenda está em Imperatriz e “saiu para entrega” dia 24, mas não foi efetuada “por motivos operacionais”. O advogado Frederico Almeida Rocha também reclama da demora dos Correios na entrega das correspondências.
Projeto que visa ampliar o alcance da Lei Seca, para identificar o estado de embriaguez de motorista, avançou na Câmara. O deputado maranhense Costa Ferreira (PSC) explicou que a matéria inclui o recurso de testemunha, exame clínico, imagens e vídeos como provas. Costa Ferreira atestou que o projeto vai auxiliar a decisão do STJ, que manteve o teste do bafômetro e exame de sangue para condutores. Ele alertou para o crescente número de acidentes envolvendo pessoas embriagadas e pediu avanços na legislação.
O PDT de Imperatriz está caminhando para reeditar a aliança com o PSDB, indicando novamente o vice de Sebastião Madeira. O nome que vem sendo apontado é o do atual vice, Jean Carlo, mas o partido tem outros filiados como opção. Ontem, foi lembrado o nome do empresário Atenágoras Reis Batista, que estaria disposto a aceitar a indicação para compor a chapa com o prefeito, porém até agora ainda não se manifestou sobre essa pretensão. Atenágoras foi presidente da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz.
O PDT maranhense está dividido em relação às eleições municipais de São Luís. São três grupos querendo rumos diferentes. Dois não querem aliança com PCdoB, PP, PSB, PPS e PTC. Um defende candidatura própria e o outro aliança com o PSDB de João Castelo. Já o terceiro grupo quer coligação com os partidos citados acima. A Executiva Nacional é que deverá bater o martelo, pois tem a prerrogativa para decidir a política de alianças do partido. A ala que defende candidatura própria, liderada pela viúva e o filho de Jackson Lago, lançou a pré-candidatura de Edison Vidigal, ...
Em João Lisboa, no próximo mês, será escolhido o candidato a prefeito do grupo formado pelos pré-candidatos Iracilda, Edna, Enoc e Paulinho. O tucano Jairo Madeira é visto no momento como o principal adversário do grupo. Ele foi candidato nas eleições de 2008. O PT preferiu apoiar o tucano (isso mesmo!) do que lançar a candidatura da psicóloga Iracilda Viana, que foi obrigada a se filiar ao PMN.
Na terça-feira o PSB de Imperatriz se reuniu com os dirigentes do PT e ontem com os comunistas. Não ficou nada definido em termos de candidato, apenas a certeza de que os três partidos caminharão juntos. O PSB tem como pré-candidato o odontólogo Kléber Miranda. O PT tem Adalberto Franklin e o PCdoB Edmilson Sanches.
Em sessão administrativa, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondeu de forma afirmativa a possibilidade de reeleição de prefeito eleito em pleito subsequente ao que seu cônjuge, prefeito do município na eleição anterior, faleceu mais de um ano antes de terminar o mandato. A consulta foi apresentada ao TSE pelo deputado federal Renan Filho (PMDB-AL).
Ontem a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou projeto de lei de autoria do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que estabelece normas das eleições primárias para escolha de candidatos à presidência da República pelos partidos. A proposta será encaminhada à Câmara. Segundo Alvaro Dias, “o que se pretende é valorizar as lideranças políticas que podem emergir e crescer, transformando os partidos políticos em instrumento da democracia e estimulando os brasileiros à filiação partidária”.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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