O PT já sonha com a possibilidade do ex-presidente Lula vir a Imperatriz, subir no palanque de Adalberto Franklin. Em 2000, Lula participou de um comício de Jomar Fernandes, na Praça de Fátima. Ele ainda não era presidente. Jomar, que na ocasião ainda estava em baixa, acabou vencendo Madeira e Ildon. Imperatriz é uma das cidades escolhidas pelo comando nacional do PT como prioritárias.
Se for candidato, o ex-prefeito Ildon Marques (PMDB) poderá ter o apoio do PRB, legenda comandada no município por Gessé Simão, presidente da Coomigasp. Seria uma recomendação do senador licenciado Edison Lobão, ministro de Minas e Energia.
Sem Flávio Dino (PCdoB) na disputa, o ex-governador Zé Reinaldo Tavares (PSB) está apostando na reeleição do prefeito João Castelo (PSDB). O seu partido tem como pré-candidato o ex-deputado federal Roberto Rocha, mas Zé parece não levar a sério a pretensão do correligionário...
A XV edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi lançada ontem, na Ala de Comissões da Câmara dos Deputados. À imprensa, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, apresentou os dados que pautam as reivindicações dos prefeitos e da mobilização deste ano. Entre os temas, Ziulkoski falou da polêmica em torno dos royalties e do impacto da criação de pisos salariais. As prefeituras enfrentam uma grave situação de endividamento. A Marcha dos Prefeitos, promovida anualmente, já se tornou uma referência mundial de força municipalista. A primeira edição do evento foi em ...
Ontem o Congresso Nacional comemorou os 46 anos do PMDB. Surgido em 1966 como Movimento Democrático Brasileiro, o partido reunia as forças de oposição ao regime militar, que tinha o apoio da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), quando a chamada Lei Falcão impedia o pluripartidarismo. No apagar das luzes do regime, o partido destacou-se, especialmente pela atuação de líderes como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, na campanha pelas eleições diretas para presidente da República, em 1984. Morto Tancredo, que havia sido eleito presidente pelo Colégio Eleitoral, assumiu seu vice, José Sarney, em cujo governo foi promulgada uma nova ...
As convenções ainda nem foram realizadas, mas as eleições já estão “bombando” em Imperatriz. O clima já é quente. São ataques pra todo lado, jornais e blogs sendo lançados, “rádio peão” funcionando e tudo mais. Se agora está assim, imagine a partir de julho, quando estarão oficializadas as candidaturas. Pelo quadro que se desenha, prevê-se que a justiça terá muito trabalho, com a enxurrada de ações que poderá acontecer...
A ex-prefeita Gleide Santos (PMDB) ainda não desistiu da tentativa de ser candidata à prefeitura de Açailândia. No início da semana que passou, o Tribunal de Justiça reformou sentença de primeira instância e julgou improcedente ação que pedia declaração de nulidade de ato administrativo do TCE, que reprovou as contas de Gleide no período de outubro a janeiro de 2003. A ex-prefeita teria direito a três recursos e vai tentar reverter a situação para se tornar elegível. É difícil, mas ainda resta uma esperança...
“Na política não há mais espaços para amadores e por isso estamos aqui pra discutir esse grande projeto que é o município de Açailândia em seus próximos quatro anos”. Palavras do ex-prefeito e ex-deputado Deusdete Sampaio, durante reunião dos pré-candidatos a prefeito do chamado Grupão, que discute a escolha do candidato sem o risco de um racha.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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