O clima esquentou, ontem, entre os professores Raimundo Nonano e Eduardo Palhares, que travaram uma forte discussão em torno dos rumos que o PSB poderá tomar nas eleições. Para Nonato, o PSB deve ter candidato próprio, o odontólogo Kleber Miranda. Já Palhares entende que o partido deve fechar acordo com o PCdoB, que tem como pré-candidato a prefeito o vereador Edmilson Sanches. Observando que é da Comissão Eleitoral, Nonato alertou que quem não obedecer a decisão do partido pode ser expulso. Mas, segundo Palhares, a decisão sobre aliança será tomada pela direção nacional. É uma demonstração de ...
A pergunta nas ruas é: Madeira ganhou ou perdeu com o rompimento do vice Jean Carlo? Ou não alterou nada? Bom, se a decisão de Jean significar que também o PDT se afastou, aí Madeira teria perdido. Se a baixa foi apenas Jean, não alterou em nada, porque eleitoralmente não era uma peça importante no grupo madeirista.
Há quem aposte que o PDT não deve ficar com o PSDB nem com o PCdoB. Hoje quem manda no partido no estado é Weverton Rocha, ligado ao presidente nacional, Carlos Lupi. E a ordem seria para se coligar com o PT, que tem como candidato o jornalista e escritor Adalberto Franklin. Recentemente, o PDT foi novamente “presenteado” com o Ministério do Trabalho e a articulação é para que esteja junto ao partido da presidenta Dilma Rousseff.
Segundo uma fonte ligada ao ex-prefeito Ildon Marques, dentro de uma semana ele deverá se manifestar sobre a sua pré-candidatura. Os adversários apostam como Ildon não poderá ser candidato, devido a problemas na justiça. Já os ildistas contam como certa a presença do peemedebista na disputa. Se vai ou não, o certo é que as atenções estão todas voltadas para o ex-prefeito.
Madeiristas já começam a seguir a cartilha adotada por Lula Almeida. Um que não perdia a oportunidade para xingar a governadora, agora já diz que ela é bonita...
Quando Tancredo Neves venceu a eleição para o governo de Minas Gerais, um aliado saiu espalhando que seria secretário. Depois, ao saber que seu nome não estava na lista, procurou Tancredo e disse mais ou menos assim: - Mas dr., está todo mundo sabendo que eu seria secretário. E agora, o que faço? Tancredo respondeu: - Diga que eu lhe convidei e você não aceitou. - Isso cairia bem em Imperatriz para quem?
Indignado, o funcionário público federal Maurício Martins reclamou das condições de um ônibus da Transbrasiliana que saiu de Imperatriz à meia-noite de segunda-feira, 28, com destino a Belém. Segundo Maurício, o ônibus “quebrou” duas vezes, com os passageiros, entre eles a sua filha, chegando em Belém somente por volta do meio-dia de ontem. O mais grave, diz ele, é que o ônibus ficou quebrado na estrada sem a devida sinalização, com o risco de ocorrer um acidente.
Ontem o vice-prefeito Jean Carlo (PDT) anunciou no seu blog o rompimento com o prefeito Sebastião Madeira (PSDB), ao informar que decidiu não continuar na chapa tucana. “Agradeço aos companheiros a lembrança do meu nome na última reunião do PDT, mas já comuniquei oficialmente ao presidente municipal do PDT de Imperatriz, deputado estadual Carlinhos Amorim, a minha decisão pessoal de não mais integrar a chapa como vice-prefeito de Sebastião Madeira”, afirmou Jean. Ele alega que não tem condição política, ideológica e ética para “dividir o mesmo palanque com o grupo da governadora Roseana Sarney”. - Será que ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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