O prefeito Sebastião Madeira não se encontrou com a governadora Roseana Sarney em São Luís, na quarta-feira, conforme a coluna noticiou. A audiência estava marcada para as 16h, mas devido ao atraso no voo, foi cancelada. Madeira iria tratar da assinatura de convênio, e não sobre eleição. Ele revela que mantém um relacionamento respeitoso com a governadora e puramente institucional. Portanto, não existe compromisso político-eleitoral com Roseana. A prova disso é que Madeira escolheu o ex-vice-governador Pastor Porto (PPS) como seu vice, com o aval da esposa de Jackson Lago, Clay, e do filho Igor Lago.
Ontem o deputado estadual Carlinhos Amorim (PDT), em conversa com um militante da imprensa, garantiu que será candidato a prefeito. Ele observou que o partido, ao decidir pela não reedição da aliança com o PSDB, o “obrigou” a entrar no páreo. O PDT discute com o PSB, PT e PCdoB a formação de uma Frente de Oposição. Mas não será fácil garantir todos os partidos juntos, a não ser que o PT já esteja começando a recuar da sua decisão de lançar candidatura própria, a do jornalista e historiador Adalberto Franklin. É desejo do PT nacional ter ...
Com o vice já escolhido, agora a preocupação do prefeito Sebastião Madeira é garantir outros partidos na coligação liderada pelo PSDB. Madeira segurou o PPS anunciando o Pastor Porto como seu companheiro de chapa. O PPS estava em conversações com as outras siglas do “consórcio dinista”.
O prefeito Sebastião Madeira perdeu o PDT, mas continuará contando com o apoio de vários pedetistas, entre eles Fernando Antunes, Arnaldo Junior, Mestre João, Ilfran Magalhães, Raimundo Siqueira, Terezinha do Santa Isabel e Chico do Planalto. Já há ameaça de expulsão dos “rebeldes”...
Uma Resolução aprovada no 4º Congresso Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, realizado em setembro do ano passado, proíbe o partido de fazer coligação com o DEM, PPS e PSDB no pleito municipal de 2012. São partidos de oposição ao governo federal, que “conspiram contra o PT”, como se percebe nos itens 94, 104 e 105. - Então vem a pergunta: como ficam as alianças feitas pelo PT em Açailândia e João Lisboa, apoiando o PSDB, o maior adversário do Governo Dilma? Até agora o PT não se manifestou.
Ninguém imaginava que algum dia Ildon Marques (PMDB) e Gean Carlo (PDT) poderiam sentar para discutir as eleições. Na quarta-feira, os dois passaram horas conversando. Gean chegou à tarde na casa de Ildon e saiu por volta das 21 horas. Ele estava acompanhado do jornalista Frederico Luiz, que também faz parte da Comissão Municipal Provisória do PDT. Dificilmente seria fechada uma aliança entre as duas siglas, porque o partido fundado por Jackson Lago é contra a governadora Roseana Sarney, maior liderança do PMDB no estado. E também porque o PDT deve lançar candidato próprio.
O presidente da Câmara, Hamilton Miranda (PSD), é aliado do prefeito Madeira, mas o seu partido deve ser forçado a tomar outro rumo, possivelmente em direção ao PMDB. E aí, como ficaria a situação do vereador? Hamilton ficaria em cima do muro ou iria para as ruas contra o velho amigo?
O empresário Ribinha Cunha estaria ensaiando a candidatura a prefeito pelo PR, com apoio do deputado federal Davi Junior e do irmão-deputado Léo Cunha (PSC). Observadores políticos acham que Ribinha estaria mesmo visando é a vaga de vice.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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