“O caso do Décio é a ponta do iceberg e a polícia fez questão de revelar isso para nós. Fala-se que há políticos envolvidos, mas que políticos são esses? Que há prefeitos envolvidos, que prefeitos são esses? Há muita coisa ainda a se desvendar em torno dessa situação”. A declaração é do deputado Bira do Pindaré (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.
Venceram a paciência, a cautela e a competência. Enquanto apressadinhos, especialmente alguns blogueiros da Ilha, revelavam seu pessimismo e pediam até a demissão do secretário de Segurança, a polícia trabalhava sem alarde, mantendo o sigilo. Ontem, 51 dias após a brutalidade contra o jornalista Décio Sá, a polícia anunciou a elucidação do assassinato. Executor, mandantes e outros envolvidos estão atrás das grades. Um crime de encomenda, às vezes leva dias ou anos para ser esclarecido. Mas queriam que tudo viesse à tona de uma hora para outra, e que as apurações não fossem mantidas em sigilo, o ...
Consta que hoje haverá um encontro entre o deputado Carlinhos Amorim (PDT) e o jornalista Adalberto Franklin (PT), ambos pré-candidatos a prefeito. Ao receber o telefonema de Carlinhos convidando-o para a reunião, Franklin foi logo avisando: - Não abre mão da cabeça de chapa. Se Amorim pensa realmente em ser candidato, esse aviso de Adalberto tira logo a possibilidade de um acordo para a formação de uma aliança entre os dois partidos. Se algum abrir, aí serão outros quinhentos...
Adalberto Franklin acredita que o ex-presidente Lula gravará uma mensagem para ser exibida no seu programa eleitoral gratuito no rádio e na TV. Franklin também acredita na possibilidade de Lula vir a Imperatriz participar de um comício. Lula veio na campanha de Jomar Fernandes, em 2000.
A lista dos gestores ficha suja entregue pelo TCE ao TRE vai tirar muita gente do páreo nas eleições. Os que estão fora soltam foguetes, vendo as chances sendo ampliadas na corrida eleitoral. Pré-candidatos fortes veem o sonho de ser prefeito ir de água abaixo. A justiça eleitoral promete ser implacável. Quem insistir vai perder tempo...
A oposição está com os seus principais nomes na lista divulgada pelo TCE dos gestores que tiveram contas reprovadas. O Grupão tem na lista os ex-prefeitos Jeová Alves, Gleide Santos, Gilson Santana e Quininha. Bom para o Dr. Sérgio Vieira, Sílvio da Comaco, Juscelino Oliveira e Pastor Cavalcante, também pré-candidatos que disputam a vaga dentro do Grupão.
O PTB marcou a sua convenção para o dia 22, conforme edital de convocação publicado ontem. Será a partir das 9h, na rua Sergipe, 177 – bairro Juçara. O partido vai decidir sobre a proposta de coligação, escolha dos candidatos e sorteio dos números. O PTB, presidido por Nonato Costa, não terá candidato próprio. Como sempre. Está entre Madeira e Ildon.
Ontem pela manhã o jornalista Adalberto Franklin (PT) garantiu que a sua candidatura é irreversível. O prazo para o partido tomar uma decisão contrária ao que já foi decidido terminou no último dia 10. Só a Executiva Nacional poderia provocar uma reviravolta. E a decisão da Nacional é exatamente que em Imperatriz o PT tenha candidato próprio. Com isso, o ex-quase “consórcio dinista” que Flávio Dino tentava formar foi de rio Tocantins abaixo. Além de Adalberto, deverá ser lançada a candidatura do deputado Carlinhos Amorim (PDT), que teria o apoio do PCdoB. Quanto ao PSB, que tem ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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