No convite que o PDT está distribuindo para a entrevista coletiva, amanhã, do pré-candidato Carlinhos Amorim, constam cinco partidos. Além do PDT, PCdoB, PSB, PR e PRP. Só que o empresário Ribinha Cunha (PR) não teria desistido da pré-candidatura e nem o PSB havia batido o martelo sobre coligação com o PDT. Pelo menos em relação ao diretório municipal. Agora se a cúpula de São Luís está garantindo essa aliança, aí serão outros quinhentos. E confusão.
Hoje a governadora Roseana Sarney estará em Porto Franco participando da inauguração da Algar Agro, nova unidade de refino e envase de óleo de soja. São investimentos de R$ 70 milhões, que gerarão 350 empregos diretos e indiretos. Em Imperatriz, assinará com o prefeito Madeira mais um convênio, no valor de R$ 5 milhões. Os recursos serão investidos em obras de infraestrutura.
Em São Luís, o ex-deputado Flávio Dino (PCdoB) passou por cima de alguns aliados, como os pré-candidatos Tadeu Palácio (PP) e Eliziane Gama (PPS), para emplacar a candidatura do deputado federal Edivaldo Holanda Junior (PTC). Ele é filho do ex-deputado estadual Edivaldo Holanda, que não se reelegeu mas ficou na primeira suplência. Perdeu a vaga para Carlinhos Amorim por uma diferença de cento e poucos votos. Depois de consolidar a candidatura de Edivaldo Junior, Flávio Dino se virou para Imperatriz para fazer novo jogo a favor dos Holanda. E jogou pesado até conseguir tirar Carlinhos Amorim do ...
Continuam as especulações de que o empresário Ribinha Cunha (PR) poderia vir a se aliar ao pré-candidato Carlinhos Amorim. Carlinhos é o candidato de Flávio Dino e, portanto, vai apoiá-lo em 2014 para o governo. Então, Ribinha se aliando a esse grupo, estaria automaticamente declarando o seu rompimento com o Grupo Sarney, que estará em 2014 com um candidato – Luís Fernando ou Lobão – enfrentando Flávio Dino. E Ribinha indo para a oposição, isso significaria que o seu irmão, Léo Cunha, também estaria embarcando nessa canoa. Vão mesmo?
O PCdoB se reuniu na noite de anteontem e definiu o nome que apresentará como vice de Carlinhos Amorim. Como Sanches não aceitou, o vice será o professor Clayton Noleto, presidente da Executiva municipal do PCdoB. O professor Adonilson Lima preferiu manter a sua pré-candidatura a vereador. Sanches comunicou aos camaradas que não será candidato à reeleição.
Os aliados de Flávio Dino não concordam com a afirmação de que o ex-deputado ainda não colocou nenhum tijolo em Imperatriz para merecer o título de cidadania imperatrizense. Adonilson Lima observa que existem recursos (R$ 1.500.000,00) liberados na CEF para a construção da Praça da Juventude, provenientes de emenda apresentada por Flávio Dino.
Às 15h de anteontem, um dia antes de encerrar o prazo, o ex-prefeito Ildon Marques oficializou ao PMDB a sua pré-candidatura a prefeito. Com isso, no próximo domingo haverá disputa na convenção do PMDB, com o ex-prefeito concorrendo com o médico e presidente municipal da sigla, Antonio Leite. Se não aparecer uma mão lá de cima para bater o martelo, dizem que a disputa vai ser acirrada. É aguardar.
Petistas se acham com moral para esculhambar Sarney, Collor, FHC, Roseana, etc. e tal, mas se agarram a Maluf em São Paulo. Será que os outros são piores do que o “rouba mas faz”? Mas é a dinâmica política, diriam eles. Sim, mas essa dinâmica não vale para os outros? Do PT não se espera mesmo nada. Enquanto briga com o PSDB e DEM lá em cima, aqui embaixo se alia aos tucanos, como em Açailândia, João Lisboa e Carolina; e com o DEM, em São Luís. E em Imperatriz se recusa a fazer acordo com o ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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