A única convenção que teve disputa foi a do PMDB. Os convencionais tiveram o sagrado direito de escolher o rumo do seu partido. O que não ocorreu em outras siglas, especialmente onde a palavra democracia é defendida com unhas e dentes. Mas só quando querem exigir dos outros. No PSB, por exemplo, prevaleceu a ditadura da Executiva estadual. Interveio no diretório de Imperatriz para levar o partido para os braços do PDT e fez o mesmo em São Luís, mas só que caindo no ninho tucano. Engraçado. Como se vê, aqui não quis o PSDB, mas em ...
Ildon Marques perdeu para Antonio Leite na convenção do PMDB: 30 a 13. No discurso que fez antes da votação, o ex-prefeito demonstrava estar muito magoado. Foi duro, desabafou. Começou desmentindo uma informação de que ele teria almoçado com Lobão e o prefeito Madeira. Segundo ele, “a mentira foi plantada dentro do PMDB para tentar me desmoralizar, dizer que me vendi”. Ildon também fez um resumo da sua trajetória política, que começou no velho MDB. Ele fez questão de destacar que nunca traiu a governadora Roseana Sarney ou outro aliado. Lembrou que se manteve ao lado dela ...
Ildon Marques iniciou a sua fala anunciando que se fosse o escolhido na convenção, a sua vice seria a odontóloga Rosângela Curado, do Democratas. Arrancou aplausos.
Ausentes
Nem Lobão, e muito menos João Alberto. Os dois não compareceram à convenção do PMDB. Estiveram em Imperatriz no dia anterior, conversaram, inclusive com candidato de outro partido, e voltaram “em cima do rastro”. Foram à convenção o presidente estadual do partido, Remi Ribeiro, e o deputado Roberto Costa, ligado a João Alberto. Ele defendeu a candidatura própria e que fosse escolhido um nome ...
“Como Leite não pensa em ser candidato e encabeçou uma tese no encontro apenas para contrapor Ildon, ele deve renunciar à indicação nos próximos dias e o PMDB, então, anunciará apoio à reeleição do prefeito Sebastião Madeira”. A afirmação é do jornalista e blogueiro de São Luís, Gilberto Léda, em postagem com o título “Ildon Marques perde de lavada em convenção e PMDB deve fechar com Madeira”.
Clay e Igor Lago estiveram presentes na convenção do prefeito Sebastião Madeira. Embora sendo do PDT, a viúva e o filho de Jackson Lago não apoiam o candidato do partido, Carlinhos Amorim. Os dois foram decisivos para que Madeira escolhesse como vice o Pastor Luiz Porto, que foi vice do ex-governador. Um golpe articulado junto à Executiva Nacional por Weverton Rocha e Julião Amim, apoiados por Gean Carlo, tirou Igor Lago da direção estadual do PDT. Daí a mágoa dos Lago, que estarão no palanque de Madeira.
O candidato Carlinhos Amorim manteve o vice, Clayton Noleto (PCdoB), quando se especulava que seria anunciado o nome do empresário Ribinha Cunha (PR). A convenção do PDT/PCdoB teve a participação do ex-candidato a governador Flávio Dino.
O fim das convenções não quer dizer que já esteja tudo definido em termos de candidatura. Pode haver mudança, especialmente em relação a vice, até 5 de julho, último dia para os partidos e coligações apresentarem no cartório eleitoral, até as 19 horas, o requerimento de registro de candidatos a prefeito, a vice e a vereador. Então, é aguardar.
Ontem pela manhã espalharam o boato de que o senador Edison Lobão estava na cidade e havia costurado um encontro entre Sebastião Madeira e Ildon Marques. Seria na residência do próprio Ildon, durante um almoço. Só que Lobão não estava em Imperatriz. A sua chegada aconteceu somente às 14 horas, e não seria para articular reunião entre os dois pré-candidatos. Lobão teve uma reunião com Ildon. O boato foi apenas mais um dos muitos que surgem diariamente nessa reta final de convenções e articulações objetivando a formação de coligações. Hoje, finalmente acabam os “mistérios” e a primeira ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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