Ontem à tarde uma fonte madeirista informou que o ex-pré-candidato a prefeito Ribinha Cunha (PR) teria aderido à candidatura do prefeito Sebastião Madeira. Cunha foi estimulado pelo deputado Davi Junior para ser candidato e acabou sendo abandonado no meio do caminho. Silva levou o PR para a coligação carlista.
Quando a coluna era redigida, ainda haviam algumas indefinições. Especialmente quanto a coligações proporcionais. Candidatos a vereador estavam desesperados, vendo o sonho ir de água abaixo antes da hora. Alguns estavam desistindo, enfraquecendo as suas legendas e levando para o buraco os que ficaram. A preocupação é com o coeficiente eleitoral. Tem vereador que pode ser prejudicado.
Quando o diretório estadual do PSB interveio no diretório municipal de São Luís para levar o partido ao ninho tucano de João Castelo, o ex-governador José Reinaldo Tavares achou correto, afinal atendia aos seus interesses. Mas quando o comando nacional do PSB decidiu agir contra a atitude ditatorial da direção estadual, Zé Reinaldo achou um absurdo. - É, vale aquele velho ditado: pimenta nos olhos dos outros é refresco...
O PSTU foi o primeiro a entregar na Justiça Eleitoral o pedido de registro de candidatura a prefeito em Imperatriz. Com o lema “Imperatriz para os Trabalhadores”, o PSTU lança Wilson Leite e Jakson Marinho a prefeito e vice, respectivamente, e o Pastor Odair como vereador.
Dizem que o acordo para o PMDB fazer aliança com o DEM teria sido costurado pela manhã de quarta-feira no “Palácio da Leoa”, com as presenças de destacadas figuras aqui da Vila do Frei, de pelo menos três correntes partidárias. Verdade ou não, a possibilidade de aliança vinha sendo especulada desde o começo da semana.
Em Açailândia, o petista Antonio Erismar está no segundo mandato de vice do prefeito tucano (isso mesmo!) Ildemar Gonçalves. E nestas eleições vai continuar como vice. Ele integra a chapa encabeçada por Elson Santos (PSDB). Se ganhar, será tri-vice.
Pela manhã, as especulações em torno do cenário político-eleitoral em Imperatriz indicavam a saída de Antonio Leite do páreo e uma aliança do PMDB com o Democratas, mas sem indicar o vice da candidata Rosângela Curado. No final da tarde, o presidente do Democratas, Nival Coelho, garantiu que a aliança estava fechada, mas ainda não havia definição sobre a questão do vice. Segundo Nival, não haverá coligação na proporcional. O PMDB vai de chapa pura, com 27 candidatos a vereador. A coligação liderada pelo Democratas teria PMDB, PHS, PPL, PSDC, PRTB e PRP.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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