O Ministério Público Eleitoral já pediu o indeferimento do registro da candidatura da ex-prefeita de Açailândia, Gleide Lima Santos. O mesmo estaria acontecendo com o ex-prefeito de Cidelândia, Neto Teixeira. São vários os ex-prefeitos que deverão ter dificuldades para registrar candidatura.
O professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão - UFMA, Gilbert Angerami, vai disputar uma cadeira do Palácio Dorgival Pinheiro de Souza pelo PR. Ele interpreta a irreverente Priscilla Camburão, nome que será usado na campanha.
O jovem Marco Miranda é candidato a vereador. Filho do falecido ex-vereador e ex-deputado estadual Leo Franklin. Marco é filiado ao PR. O seu irmão, Hamilton Miranda, é candidato em Edison Lobão, onde já foi vereador.
A governadora Roseana Sarney (PMDB) aceitou apoiar a reeleição do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, mas não abriu mão de indicar o vice-presidente. E como não é boba, indicou Ricardo Murad. É que na hipótese do vice-governador Washington Oliveira se eleger prefeito, o seu sucessor passar a ser o presidente da AL. Caso ela seja candidata a senadora em 2014, Arnaldo assume o governo e aí Ricardo se tornaria o presidente da AL. Para segurar “as rédeas” de Arnaldo...
A bancada federal do Maranhão tem quase dez suplentes. E deve assumir mais um. Especula-se que o deputado Professor Sétimo (PMDB) poderá se afastar para ceder a cadeira ao suplente Raimundo Monteiro, presidente Regional do Partido dos Trabalhadores – PT.
“Era o meu trabalho. Ele era um fuxiqueiro, metia o nariz em todo lugar. Ele estava prejudicando muita gente e teria que morrer”. Palavras do bandido Jhonatan de Sousa Silva, frio assassino do jornalista Décio Sá.
Ribinha Cunha e Davi Junior conversaram com quase todo mundo durante o período de articulações que antecedeu as convenções e o PR acabou optando por se coligar com o PDT. E Ribinha não aceitou o rumo que o partido tomou, decidindo, então, pedir desfiliação. Isso mostra que prevaleceu apenas a vontade de Davi Junior, que já mostrou a que veio. O seu comportamento nos poucos anos em que está militando na política-partidária já revelou bem como ele procede. Davi não sabe de que lado fica, faz compromisso e não cumpre e gosta de prometer “obras” que não ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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