Em Imperatriz existe um partido com candidato próprio a prefeito que não tem nenhum candidato a vereador. É o PSOL, que lançou para a prefeitura o Coronel Francisco Melo. O partido não fez coligação proporcional e havia lançado apenas um candidato a vereador, o professor Carlos Leen. Mas no DivulgaCand do TSE, ele aparece com a situação de inapto, porque renunciou à candidatura. Salvo engano, é a primeira vez que um partido disputa eleição aqui na Vila do Frei sem um candidato a vereador. Mesmo sem quadro, Melo vai tocando a sua campanha.
No julgamento do registro de candidaturas, há juízes fazendo impugnações levando em conta as decisões dos TCEs na desaprovação de contas de gestores. Já outros juízes entendem que a competência de reprovar ou aprovar contas é das câmaras municipais. Com isso, estão deferindo candidaturas de gestores reprovados pelo TCE.
Está ficando cada vez mais difícil a situação do PMDB no que se refere a eleição de vereador. O partido não fez coligação na proporcional e lançou 23 candidatos, alguns tidos com potencial fraco de votos. Para piorar, a chapa vem perdendo candidatos. Pelo menos três tiveram a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral e outros estariam na iminência de renunciar. Com isso, haveria dificuldades para o PMDB atingir o coeficiente eleitoral, correndo o risco de não eleger nenhum candidato. Um dos mais preocupados é a vereadora Fátima Avelino, que tem tudo para ser bem votada, mas ficando ...
O candidato a vereador é de um partido, que tem candidato próprio a prefeito, mas estranhamente apoia o candidato de outra sigla. Assim está acontecendo em Imperatriz em relação a vários postulantes ao legislativo. Só que é uma infidelidade partidária que não resulta em nada. Pelo menos até agora não se viu nenhuma punição relacionada a isso. Os partidos não estão nem aí...
O país tem oitenta e três municípios com mais de 200 mil eleitores, o que determina segundo turno nas eleições, dia 28 de outubro. Pela Constituição Federal, é necessária a realização de segundo turno para prefeito quando nenhum dos candidatos obtém, em primeiro turno, mais do que a metade dos votos válidos, ou seja, dos votos dados expressamente a todos os candidatos. Das 26 capitais, 24 têm mais de 200 mil eleitores e podem ter segundo turno em outubro. As exceções são Palmas-TO e Boa Vista-RR. No Maranhão, apenas São Luís tem segundo turno. Imperatriz ainda precisa ...
Do que nunca. Finalmente a qualidade dos serviços prestados pela Caema em Imperatriz foi discutida pela Câmara de Vereadores em audiência pública, ontem. A sessão foi presidida pelos vereadores que integram a Comissão de Obras e Serviços Públicos, Planejamento, Uso e Ocupação do Solo, formada pelos vereadores José Carneiro Santos (Buzuca), José Roberto Gomes de Sousa (Zé do Creia), Francisco das Chagas Alves de Brito, o Chagão do PSD, e Rildo de Oliveira Amaral. Nova audiência pública com a participação dos diretores da Caema será marcada pela Câmara.
O deputado federal Davi Alves Silva Junior (PR) continua aprontando. Depois de Ribinha Cunha sofrer uma rasteira, Chiquim da Diferro ser tirado do comando do PR e o deputado Jota Pinto deixar o partido atirando de raiva, agora o candidato a vereador de Imperatriz Marco Miranda (PR) se queixa do deputado. Segundo ele, Davi Junior e um candidato a vereador teriam procurado um cabo eleitoral seu para cooptá-lo. Marco não entende como sendo do mesmo partido esteja sofrendo esse tipo de ação do próprio presidente estadual do PR. Ontem pela manhã ele tentava, via telefone, conversar com ...
Assessores do candidato Madeira negaram ontem que o marqueteiro Duda Mendonça estaria em Imperatriz para comandar a campanha do prefeito. Mendonça é famoso por participar de campanhas presidenciais, como a do ex-presidente Lula...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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