O ex-candidato a prefeito Carlinhos Amorim revelou que retoma às atividades de deputado estadual “com mais experiência, mais conhecimento da realidade de Imperatriz e ainda mais comprometido com as causas de nossa gente. Lá estarei lutando firme na defesa dos interesses da cidade”.
O TCE-MA julgou irregulares as contas dos ex-vereadores Benedito Tores Salazar (presidência da Câmara Municipal de Estreito, exercício financeiro de 2007, com imputação de multa no valor de R$ 12.500); Claudomiro Gomes Miscoito (presidência da Câmara Municipal de Boa Vista do Gurupi; exercício financeiro de 2008, com condenação a devolver ao erário R$ 60 mil e pagamento de multa no valor de R$ 18 mil) e Márcio André Braúna Rezende (presidência da Câmara Municipal de Santa Rita, exercício financeiro de 2007, com condenação a devolver R$ 112 mil e pagamento de multa no valor de R$ 27 ...
Um fato interessante vem passando despercebido na política imperatrizense. Há muito tempo o vereador mais votado em cada eleição não vem conseguindo manter uma ascensão. Da eleição de 2000 para cá, por exemplo, todos fracassaram após o sucesso nas urnas. Na eleição em que Jomar Fernandes foi a surpresa, ao vencer a disputa pela prefeitura, o candidato a vereador mais votado foi Enéas Nunes Rocha, com 1.975 votos. Não passou disso. Só um mandato. Em 2004, o fenômeno foi João Batista, com 5.098 votos. Depois foi eleito deputado, mas parou por aí. Perdeu a eleição para prefeito ...
As eleições terminaram domingo, mas já começam as especulações em torno da presidência da Câmara Municipal de Imperatriz. O vereador Alberto Souza estava disposto a brigar pelo cargo, mas não conseguiu se reeleger. A vereadora eleita Caetana já teria manifestado interesse em disputar a presidência. O nome de Esmerahdson de Pinho também é especulado, assim como o do mais votado, Marco Aurélio. E tem o atual presidente, Hamilton Miranda, que quer permanecer. Na verdade, a eleição da Câmara passa pelo Palácio Renato Moreira...
O deputado federal Francisco Escórcio resolveu entrar na briga que está sendo travada por lideranças garimpeiras com a Coomigasp. Segundo a Agasp, ele fará um ofício ao ministro Lobão solicitando a sua inclusão para acompanhar a Comissão Especial constituída por técnicos do Ministério de Minas e Energia que irá a Serra Pelada “para averiguar as denúncias contra a Colossus”. Escórcio não entra em briga para perder...
O prefeito de São Miguel do Tocantins, Jesus Benevides de Sousa Filho, perdeu feio nas eleições de 7 de outubro. Ele não conseguiu fazer o sucessor nem eleger o cunhado em Sítio Novo. Filho se preocupou mais com a eleição do município vizinho, se esquecendo da campanha do seu candidato Alberto, em São Miguel. Resultado, sofreu duas derrotas.
Enquanto falavam somente em Alex Santos e Adão Carneiro, o candidato Magnaldo queimava como fogo de monturo. Ganhou a eleição com 2.296 votos e, ao contrário do que se pensa, não foi surpresa, porque pesquisas que não foram divulgadas apontavam o candidato do PSDB com chances de vitória. Adão, com 2.113 votos, ficou em segundo lugar e o prefeito em último, com 1.301 votos.
Essa turma do PDT já gosta de traição. Que o diga Carlinhos Amorim, traído por candidatos a vereador. Em São Luís, o vereador Ivaldo Rodrigues foi secretário municipal de Abastecimento do Governo Castelo e agora anuncia apoio ao candidato Edivaldo Holanda (PTC), que disputa o segundo turno com o candidato do PSDB.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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