Não adianta insistir. O prefeito Sebastião Madeira reiterou, em entrevista ao jornal O Imparcial, que não disputará nenhum cargo nas eleições de 2014, porque não vai interromper o novo mandato que conquistou no último dia 7 de outubro. O seu compromisso é cumprir os quatro anos. Eleição somente em 2018.
Causou surpresa a informação de que a governadora Roseana Sarney teria indicado a ex-candidata a prefeita de Imperatriz, Rosângela Curado, para ser secretária de Saúde de Açailândia na administração Gleide Santos (PMDB). A prefeita eleita não confirmou a informação. Verdade ou não, o difícil seria Rosângela aceitar. Ela já recusou cargo na UPA e no Hospital Regional de Imperatriz.
O prefeito eleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), demonstrou que é submisso à vontade de Flávio Dino (PCdoB). Ele não participou do Seminário de Integração do Estado com os Municípios, promovido pelo Governo do Estado, e no qual estiveram presentes vários prefeitos eleitos pela oposição.
O seminário foi muito criticado pela oposição. É aquele negócio de ser contra tudo, afinal “quanto pior, melhor”. Só assim tem discurso para as eleições.
Nesta sexta-feira, 23, a Procuradoria da República em Imperatriz (PRM/Imperatriz) realizará uma entrevista coletiva, a partir das 15 horas, na sede da instituição (Rua Rafael de Almeida Ribeiro, 750 - Bairro Bacuri), para falar das ações do Ministério Público Federal. Os procuradores da República Douglas Fernandes e Natália Soares irão falar sobre a atuação da Procuradoria e divulgar as ações da instituição. Também estará presente uma equipe da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), que vem a Imperatriz com o objetivo de estreitar os laços entre as unidades do MPF no estado.
O Seminário de Integração do Estado com os Municípios, realizado pelo governo, parece ter levado a oposição ao desespero. É ataque de todos os lados contra a governadora Roseana Sarney, o secretário Luiz Fernando e até mesmo contra prefeitos e vice-prefeitos que não eram alinhados à situação. O vice-prefeito de Imperatriz, Pastor Porto, por exemplo, é um dos que estão sendo atacados. Ora, ele foi eleito vice em um grupo que é aliado do governo. Mesmo assim, a sua indicação não foi condicionada a apoio ao governo. E nem ele nunca anunciou apoio. Mas está sendo atacado ...
O deputado César Pires observou que o secretário Luiz Fernando, nos cinco primeiros anos de sua administração em São José de Ribamar, não recebeu sequer um centavo institucional do governo do Estado. “Posso testemunhar que isso é verdade, pois eu mesmo, nos seis anos em que optei pela oposição, nunca recebi um centavo de minhas emendas”, afirmou o líder do governo. “E o deputado Marcelo Tavares, que era quem liberava as emendas, é testemunho vivo de que nunca recebi”, disse.
Na visão de César Pires, quem está na oposição deve aceitar o destino imposto por sua opção política. “Caminhei os caminhos mais íngremes do ser oposição, vivi agruras e as migalhas políticas que me sobravam e nunca pedi nada ou vim a essa tribuna dizer que os governadores eram algozes do meu mandato”. Disse ainda acreditar que fazer oposição é aceitar, é redimir-se de determinadas situações, é penitenciar-se, mas mantendo-se correto. César Pires entende que não estabelecendo parcerias institucionais com a oposição, o governo não está rompendo um processo histórico. “Quem opta pela oposição, o caminho é ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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