Mais um capítulo da novela Serra Pelada. O desembargador Ricardo Nunes negou efeito suspensivo ao Agravo de Instrumento impetrado pelo grupo que tenta manter o resultado da assembleia geral do dia 14 de outubro, que destituiu a diretoria da Coomigasp. Na decisão. o magistrado determina que a juíza Eline Salgado, da Comarca de Curionópolis, preste informações sobre a sua decisão agravada no prazo legal, bem como pede para intimar a diretoria da Coomigasp para apresentar as contrarrazões. Além disso, o desembargador determina que a matéria seja enviada ao Ministério Público para a sua apreciação.
Ainda nem foram diplomados e o prefeito e vice de São Luís já estariam de beicinhos. Segundo os comentários da Ilha, o clima teria azedado entre Edivaldo Holanda Júnior (PTC) e Roberto Rocha (PSB) depois de o vice ser preterido na Secretaria de Governo. Verdade ou não isso, o certo é que dificilmente haverá paz no ninho de cobras do Palácio La Ravardière...
A presidenta Dilma Rousseff garantiu durante evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) que o governo federal manterá a diminuição das tarifas de energia elétrica no país. “Reduzir o preço da energia é uma decisão da qual o governo federal não recuará, apesar de lamentar profundamente a imensa falta de sensibilidade daqueles que não percebem a importância disso”, destacou Dilma. É isso aí.
O deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) está inquieto. Não admite o veto ao projeto que garante a distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados e municípios do País. Durante pronunciamento da tribuna da Câmara, Escórcio propôs que a presidenta Dilma Rousseff faça uma compensação aos estados não produtores de petróleo, como o Maranhão. “Tenho respeito muito grande pela nossa querida presidenta da República, mas ela precisa olhar essas desigualdades regionais, principalmente o que passa o meu querido Maranhão. Eu faço até uma proposta, deixa como está, mas ela dá uma compensação. A compensação seria o ...
O time do Imperatriz corre o risco de não receber a última parcela do recurso que iria ser paga agora em dezembro pela prefeitura. É que o Cavalo de Aço só bota a mão na grana se entregar a documentação prestando conta do dinheiro que já recebeu. Fora isso, não tem mais ajuda. A informação foi dada por fonte da prefeitura.
Também consta que o controlador geral do Município, Cândido Madeira, não está mais interessado em assumir um cargo no Cavalo de Aço para ajudá-lo a resolver os problemas. Não conseguiu nem o estatuto que solicitou. Segundo a fonte, Cândido “não vai entrar em beco escuro”. É uma grande chance que o time perde para se reerguer, pois o controlador, além de contribuir com a parte administrativa, poderia ajudar na busca por patrocínio.
Estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) revela que São Luís é a melhor cidade para se viver no Maranhão. Em segundo lugar vem Imperatriz, seguida de São José de Ribamar, Porto Franco, Bacabeira, Coelho Neto, Estreito, Guimarães, Presidente Dutra e Itapecuru-Mirim. O levantamento leva em consideração três áreas: Emprego e Renda, Educação e Saúde.
Para impedir a retirada das toras colocadas na entrada da cidade, o prefeito Ildemar Gonçalves iria encaminhar à Câmara Municipal de Açailândia um projeto de lei para “tombamento”. A prefeita eleita Gleide Santos está decidida a retirar as toras, que formam um “T”. A polêmica está formada. Fica ou não? Os vereadores devem decidir na sessão de segunda-feira.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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