Em Palmas-TO, os perdedores também entraram na onda de tentar ganhar a eleição no tapetão. O Partido Verde, presidido pelo ex-candidato a prefeito de Palmas Marcelo Lelis, que é deputado estadual, entrou com um Recurso Contra Expedição de Diploma (Rced) e uma representação judicial contra o prefeito Carlos Amastha (PP). As ações foram protocoladas na Justiça Eleitoral na segunda-feira, dia 7.
O deputado federal Costa Ferreira, do PSC maranhense, entende que para o Brasil se desenvolver de forma mais eficaz, é preciso fazer uma reforma política. Ele afirma que o mecanismo usado no sistema político atual é defasado e atrapalha o andamento de projetos importantes para a sociedade. “Houve uma tentativa de mudar do presidencialismo para o parlamentarismo, inclusive se inseriu diplomas como medidas provisórias, como colégio de líderes e outros, que dificultou muito o correlacionamento entre executivo e legislativo. O Congresso vive hoje quase que de mãos amarradas porque as medidas provisórias trancam a pauta, então isso ...
Está marcada para as 20h de hoje, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís, a posse da diretoria da OAB-MA eleita para o triênio 2013/2015. Também serão empossados os conselheiros seccionais e os dirigentes da Caixa de Assistência dos Advogados do Maranhão O presidente Mário Macieira foi reeleito com 73,7% dos votos válidos em eleição realizada no dia 23 de novembro. A votação obtida representa o segundo melhor desempenho eleitoral entre as seccionais de todo o país, perdendo apenas para Pernambuco, cujo eleito alcançou 76% dos votos válidos.
Os novos prefeitos estão há uma semana no cargo e até agora só se ouviu choro por causa da situação caótica em que receberam as prefeituras. É verdade, a bomba que pegaram não é para deixar ninguém sorrindo. Mas eles disputaram as eleições sabendo disso. Não era segredo para ninguém o estado em que a grande maioria dos municípios se encontrava. Aqui na região, nem se fala. Agora o que os novos prefeitos não devem é usar os problemas como desculpa para não fazerem nada. Certamente, os moradores não vão aceitar ficar 4 anos só ouvindo choro. ...
Na cidade de Governador Edison Lobão parece que caiu uma bomba. O estrago é grande. O prefeito Evando Viana vai ter muita dor de cabeça. Para quem pensa em reeleição, serão quatro anos de muito trabalho, porque senão o bicho vai pegar. Mas é assim mesmo, entrou na chuva tem que se molhar...
Ontem, o prefeito Edvaldo Holanda Júnior foi recebido em audiência pela governadora Roseana Sarney. Nada demais, não fosse a política maranhense menos que um fosso a separar Sarney dos outros. Esse fosso, como se vê, é só enquanto existe o palanque. Quando este é substituído pela caneta, a realidade sobressai. Acabou-se o discurso banal de quem só é oposição pelo poder, para em seu lugar assumir a responsabilidade de quem foi eleito para governar para todos.
Interessante foi a reação de muitos daqueles que se propagam donos da opinião, inclusive alguns, agora, funcionários do próprio governo municipal em São Luís. A ida de Holanda a Roseana e a opinião, agora favorável, daqueles que em outra ocasião malharam adversários apenas mostram quanto estava certo o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, em tomar a iniciativa um ano e meio atrás. Madeira soube enxergar que o município, seja ele Imperatriz ou São Luís, que o Estado, o Maranhão ou São Paulo, precisa sim, das parcerias do Executivo, seja governo estadual ou União.
Se o projeto do senador Sarney for aprovado determinando um mandato de apenas dois anos para os próximos prefeitos, deverão aparecer poucos pretendentes. Disputar uma arrojada eleição para um mandato tampão não anima qualquer um. Seria mais correto que o senador tivesse proposto o prolongamento do mandato dos atuais prefeitos, que ficariam seis anos no cargo, ou seja, até 2018, com as eleições municipais coincidindo com as de presidente, governador, senador e deputado.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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