A SETRAN fez o papel dela, apreendendo vans que transitavam irregularmente por ruas da cidade. Aí chega um vereador e joga os passageiros contra os agentes de trânsito. Não é esse o caminho. Ao defender interesse de um grupo, irregular, além de tudo, o vereador não agiu em defesa da cidade.
É preciso reconhecer que, embora as ações sejam pequenas, a SETRAN, no quesito transporte coletivo, tem distribuído ‘bordoadas’ para todos. Empresas de ônibus, táxi clandestino e agora, vanzeiros. Precisa, no entanto, tornar suas ações mais amplas. E a questão maior reside nas empresas de ônibus que transportam em larga escala.
Aliás, essa balbúrdia, com todas as irregularidades, é que estimula o surgimento e a existência dos clandestinos que insistem justamente porque Imperatriz não possui um sistema de transporte eficiente. Na ausência deste, sem ter para onde correr, a população se socorre no alternativo.
Segura, Ribamar
Com o aumento sobre os combustíveis, certamente virá pressão para aumentar o preço das passagens. Não será justo, primeiro porque não há ninguém, estudante, aposentado e trabalhador, satisfeito com o serviço oferecido quando o assunto é transporte coletivo. Segundo, porque desde 2008, no acender das luzes ...
Dia 5 de fevereiro é o dia da abertura dos trabalhos legislativos na Câmara Municipal de Imperatriz, que agora passa a ter 21 vereadores. A lei que ampliou o número de eleitos na última eleição não determinava que fossem tantos, era uma opção que podia chegar até. Mas como “farinha pouca, meu pirão primeiro” os nobres 13 edis passados, alguns com medo de ficarem pelo caminho, entenderam que quanto maior o número de eleitos, maior a chance de eleição. Dá lição, já se sabe o resultado. Foi baixo o índice de reeleição. A expectativa agora é saber ...
Tem eleição em Brasília hoje. Dois candidatos, Pedro Taques (PDT-MT) e Renan Calheiros (PMDB-AL). Não duvidem, o senador por Alagoas que dispensa comentários será eleito hoje presidente do Senado Federal. Como o eleitor escolhe para votar, quem com ele se identifica, Renan será representativo de todos aqueles que o escolheram.
Prestem atenção, prefeitos da região. O Ministério das Cidades vai liberar R$ 50 milhões para a cidade de Araguaína, vizinha nossa, aqui no estado do Tocantins. O dinheiro será utilizado na recuperação de malha asfáltica. Asfalto, enfim. Os recursos são do Ministério das Cidades e estão sendo apresentados como resultado de um trabalho desenvolvido pelo deputado federal César Halum (PSD) juntamente com o prefeito Ronaldo Dimas (PR) desde novembro. Segundo informações, a verba está no programa chamado PAC Pavimentação. É um empréstimo, e as cidades contempladas terão dois anos de carência para começar a pagar, com juros ...
Demorou, mas enfim, depois de 8 anos do governo Lula sem uma política efetiva de atenção às drogas, durante o Encontro Nacional de Prefeitos encerrado ontem em Brasília, o assunto aportou sob o tema Crack, é possível vencer. O projeto é parte das políticas públicas do governo federal para o enfrentamento. Antes tarde que nunca, dirão milhares de famílias que sofrem e são marcadas pelo drama.
Se depender do Ministério da Saúde, não faltarão recursos. Pelo menos é o que foi dito pelo secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda. O programa já conta com a adesão de 14 estados. A aposta agora, além dos estados que ainda não aderiram, são as cidades com mais de 200 mil habitantes (olha nós aqui). Sabiamente, a ministra Gleisi Hoffmann colocou o dedo na ferida ao apontar como uma das maiores dificuldades que os municípios enfrentam a falta de integração entre as áreas que deveriam estar envolvidas no combate ao crack. - Educação, saúde e segurança.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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