Na próxima semana, o vereador José Carlos deve apresentar um projeto sobre o tombamento histórico de Imperatriz. O tombamento é um ato administrativo com o objetivo de preservar, por intermédio da aplicação de legislação específica, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e também de valor afetivo para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados. José Carlos fará um levantamento de bens que poderão ser tombados. Na lista residências antigas e prédios públicos.
O momento que marcou a reabertura dos trabalhos da Câmara de Imperatriz foi um princípio de debate travado entre o juiz Adolfo Pires da Fonseca, diretor do Fórum, e o prefeito Sebastião Madeira. Ao falar da tribuna, o juiz fez questão de destacar a sua preocupação com o setor do meio ambiente em Imperatriz, ao qual pediu atenção dos vereadores. Ele lembrou que o prefeito prometeu que para cada criança que nascesse na cidade, ele plantaria uma árvore. Só que isso não estaria acontecendo. Madeira não se conteve e pediu um “aparte” ao juiz para dizer que ...
O prefeito Madeira compareceu à sessão da Câmara acompanhado de quase todos os seus secretários. Em seu discurso, ele disse que se iniciava um novo capítulo na história de Imperatriz e que a cidade espera um grande trabalho, com cada um cumprindo o seu papel e enfrentando os desafios para dar melhores dias à população. Afirmou que precisa da parceria da Câmara e que jamais enviará um projeto que possa envergonhar aquela Casa. Madeira destacou que vai entregar 2.500 casas; há mais 5 mil em construção e assinará contrato para mais 3 mil, perfazendo um total de ...
Houve apenas os pronunciamentos do pastor Clébison Bandeira, do prefeito Madeira e do juiz Adolfo Pires da Fonseca. Depois o presidente Hamilton Miranda deu início à sessão ordinária. O vereador Antonio Pimentel, exatamente quem não gosta de falar, foi o primeiro a usar a tribuna para denunciar o estado em que se encontra a estrada Lagoa Verde/Centro Novo e pedir a sua pavimentação. Já o vereador Fidélis Uchoa apresentou Indicação reivindicando ao Governo do Estado a instalação de câmeras de segurança no Centro e alguns bairros, como Vilão Lobão, Santa Rita e Vila Nova.
A vereadora Fátima Avelino (PMDB) não participou da sessão. Com problema de saúde desde a campanha, ela se encontra em São Paulo. Não se sabe quando retornará. Ontem a solenidade de abertura da 17ª Legislatura teve início com apenas quatro vereadores. Os retardatários foram chegando aos poucos. Se no primeiro dia já estão chegando atrasados...
A vereadora Terezinha Soares (PSDB) usou a tribuna para falar da sua emoção em estar voltando à Câmara depois de quatro anos ausente. Chorando, ela avisou que “amanhã (hoje) estarei falando da minha paixão. Vou contar o tamanho da minha dor”.
O vereador Aurélio (PT) chamou a atenção ao chegar de bicicleta à Câmara para a sua primeira sessão. Uma de suas preocupações é a mobilidade urbana. Aurélio vai defender a instalação de ciclovias e ciclofaixas. A Avenida Pedro Neiva de Santana foi um dos lugares citados por ele.
Na sessão de ontem foi lida a renúncia do vereador João Francisco Silva do cargo de 2º vice-presidente da Mesa Diretora. Ele alegou incompatibilidade com o exercício da advocacia. O vereador-advogado tomou essa decisão depois do episódio ocorrido na Sutran, quando chegou inclusive a discutir com policiais militares. Silva garantiu à coluna que o seu relacionamento com o Executivo continua normal. Sugiram comentários de que ele estaria insatisfeito com o prefeito Madeira.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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