Antes de iniciar o seu pronunciamento, o presidente Hamilton Miranda parabenizou o vereador João Silva “pela condução dos trabalhos da Comissão de Constituição, Justiça e Redação”. Na semana passada, a CCJ convidou a secretária de Desenvolvimento Social, Miriam Reis, para uma reunião. Como ela não compareceu, a Comissão resolveu convocá-la.
A reunião da CCJ com a secretária Mirian Reis aconteceu na segunda-feira. Segundo o líder do Governo, vereador José Carlos, a reunião “foi boa”. Pelo visto, a casa voltou a ficar quieta e o povo dentro. Acabou a zanga dos vereadores. Pelo menos dois secretários foram à Câmara “dar força” a Mirian.
O vereador Richard Wagner (DEM) renunciou ao cargo de segundo secretário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Comenta-se que ele e o presidente, João Silva, não estavam falando a mesma língua. No lugar de Richard ficou Eudes Feitosa dos Santos.
O vereador José Carlos Soares Barros fez um comentário contundente contra os deputados federais Davi Alves Silva Junior e Hélio Santos. “O Sul do Maranhão teve a infelicidade de eleger dois inoperantes”. Zé Carlos fez que não se lembrava do nome de Hélio e se referiu ao outro deputado como “finado Davizinho”, que “não aparece nem para participar de um aniversário”. Zé Carlos se manifestou contra os dois parlamentares quando o vereador Enoc Serafim pediu sinalização na entrada do Conjunto Vitória e cobrou a tão falada duplicação do trecho da BR-010.
Aproveitando uma Indicação do vereador Eudes Feitosa solicitando implantação da rede de distribuição de água no Parque Ayrton Senna e na Vila Palmares, o vereador Rildo Amaral sugeriu que a Câmara “investigue” o contrato da Caema com a prefeitura. Segundo ele, a prefeitura não tem nem a cópia do contrato. O vereador Hamilton Miranda pediu um aparte e soltou: - A esquerda deveria fazer a campanha “Fora Caema” nas redes sociais, já que acabou “Fora VBL”.
Pretensa candidata a governadora, a deputada estadual Eliziane Gama (PPS) poderá ter no palanque o ex-governador de São Paulo José Serra. Ele deve deixar o ninho tucano pelo PPS e novamente disputar a presidência da República.
O movimento “Diálogos pelo Maranhão”, articulado pelos partidos de oposição PCdoB, PDT, PPS, PSDB, PT e PTC, comandados por Flávio Dino, está recebendo críticas. No final de semana houve encontros em Imperatriz, Açailândia e Itinga. Veja o que diz o jornalista de São Luís, Robert Lobato, que é petista: - Tudo que aconteça para que se pare e discuta os problemas e as potencialidades deste nosso Maranhão é bem-vindo e necessário. Ocorre que a oposição situada “mais à esquerda”, ao menos do ponto de vista da retórica, não costuma “dialogar” com amplos setores da sociedade. Via de ...
Em pronunciamento a ser feito no Grande Expediente, na sessão de hoje, o presidente da Câmara, Hamilton Miranda, promete soltar o verbo com relação às ações de uma grande empresa instalada e que está provocando efeito cascata de forma negativa no comércio da cidade. Segundo Miranda, quem for à Câmara verá.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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