Foi sepultado na tarde de ontem, no cemitério São João Batista, o piloto Francisco Pereira Silva. Era irmão dos ex-vereadores Fiim e Demar, o primeiro falecido em 13 de outubro de 1994. Neném, como era mais conhecido, morreu na segunda-feira (10), em Goiânia. O corpo chegou na noite de terça-feira e o velório aconteceu na igreja São Francisco.
Na madrugada de ontem faleceu o poeta Manu Rolim, nascido em Cajazeiras-PB, mas que morava em Imperatriz desde a década de 80. Estava internado no Hospital Municipal-Socorrão com problema pulmonar. Tinha 77 anos. O enterro será às 16h de hoje, no cemitério Campo da Saudade. O velório está sendo na igreja São Francisco.
Os vereadores da situação eram só alegria, na sessão de ontem. Com um sorriso largo, o vereador-presidente Hamilton Miranda subiu à tribuna para anunciar e convidar os colegas para se fazerem presentes amanhã na solenidade de assinatura da ordem de serviço para o asfaltamento da Estrada do Arroz. “Será um ato histórico. É um sonho de décadas da população de Imperatriz, especialmente dos moradores daquela área, que estará se tornando realidade”, destacou Hamilton. A solenidade acontecerá pela manhã, no povoado de Coquelândia, com a presença do secretário de Infraestrutura, Luís Fernando. Vários vereadores se manifestaram, lembrando a ...
Vale lembrar que quando um grupo de vereadores liderado por Hamilton Miranda aderiu à candidatura de Roseana Sarney, em 2010, foi muito criticado e até vítima de acusações infundadas. Para aderir, o grupo fez várias reivindicações em benefício do município, sendo que uma delas foi exatamente a pavimentação da Estrada do Arroz. Em meio à euforia causada pela confirmação do asfaltamento da estrada, Hamilton disse que “daqui vai sair deputado. E também prefeito”.
O vereador Aurélio Gomes (PT) manifestou a sua preocupação quanto ao tempo para a realização da obra da Estrada do Arroz. “Espero que não seja demorada, como a da Avenida Pedro Neiva de Santana”, disse o petista. Tem sentido...
Na sessão de ontem, os vereadores aprovaram o parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) vetando o projeto de lei de autoria do vereador Rildo Amaral (PDT), instituindo nas escolas das redes pública e privada atividades objetivando transmitir aos alunos informações sobre as consequências do uso de drogas líticas e ilícitas. Apenas seis vereadores foram contra o parecer. A CCJ alegou que o projeto é inconstitucional, porque gera despesas à prefeitura.
Marco Aurélio (PCdoB) reclamou da dificuldade que o vereador tem para legislar. Observou que este ano ainda não foi aprovado um projeto de lei, mas apenas requerimentos e concessão de título de cidadania. “A nossa produtividade está pequena”, alertou. O presidente Hamilton Miranda lembrou que na legislatura passada também vários projetos foram vetados, porque eram inconstitucionais.
Com a morte de Jackson Lago e a saída de históricos pedetistas, o ex-prefeito de Porto Franco e ex-deputado Deoclides Macedo é considerado por muitos como a principal liderança do PDT no estado. Na região, nem se discute. Macedo é respeitado pelo poder de articulação, a competência administrativa e a força eleitoral. Se não for candidato a deputado federal, poderá ser a opção do PDT para ser indicado como companheiro de chapa do pré-candidato a governador Flávio Dino (PCdoB).
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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