A Câmara Municipal de Imperatriz aprovou ontem projeto de lei do vereador Eudes Feitosa dos Santos reconhecendo como de utilidade pública o Centro Terapêutico Casa de Davi, que cuida de dependentes químicos. Nas galerias, presentes ex-internos e Adivando Rocha Junior, que comanda a Casa de Davi, localizada na Vila Machado. No dia anterior, a câmara havia debatido sobre a questão das drogas, ao aprovarem um projeto de lei do vereador Rildo Amaral tornando obrigatória a inserção de mensagens educativas sobre o uso de drogas durante a realização de eventos culturais e esportivos.
Na sessão de ontem, nenhum vereador quis se inscrever para discursar no chamado Grande Expediente. Com isso, a sessão foi encerrada mais cedo. O Grande Expediente se destina aos vereadores inscritos para falar de assunto de sua livre escolha. Pelo regimento, cada um tem o direito a 15 minutos. Mas quando há muitos vereadores inscritos usa-se o bom senso e o tempo é reduzido para cinco minutos.
A preocupação de motoristas e pedestres com a falta de iluminação no acesso e na própria ponte Dom Fellippe Gregory chegou à Câmara Municipal. Ontem vereadores cobraram providências a partir de um requerimento do vereador Carlos Hermes, subscrito por Antonio José. Há também buracos surgindo na pista.
Da tribuna, o vereador Antonio José afirmou que não tem candidato a governador. Pode ser agora, porque na hora da onça beber água cada qual procura seu rumo. José é filiado ao DEM, do arco de aliança liderado pelo PMDB da governadora Roseana Sarney.
Conforme o “Informativo Parlamentar” que está sendo distribuído, o asfaltamento da Estrada do Arroz foi requerido ao Governo do Estado pelo deputado Carlinhos Amorim, “em atendimento às reclamações de produtores rurais, proprietários de veículos e moradores que dependem da rodovia, fundamental para o escoamento da produção agrícola da região”.
Não se sabe se essa vontade de trabalhar é só no começo, mas a nova diretoria da Coomigasp já começou a mostrar a que veio. Ontem, três dias depois de eleita, já tinha uma audiência agendada no Ministério de Minas e Energia. O presidente Vitor Albarado foi pedir a ajuda do governo federal para reaver os 24%, que segundo ele “foram usurpados dos garimpeiros na parceria com a Colossus”.
Com o tema “Consumo consciente: um novo hábito, um novo mundo”, a Semana de Sustentabilidade da CEMAR reuniu na última semana seus colaboradores numa vasta programação com o objetivo de motivar o consumo sustentável por meio de palestras, enquete com perguntas temáticas, dentre outras atividades que envolvem o ensino lúdico de práticas ambientais. No encerramento da Semana de Sustentabilidade, os colaboradores receberam de presente canecas térmicas. Dessa forma, a CEMAR colabora com o Meio Ambiente não consumindo mais copos descartáveis, o que reduz os resíduos de plástico na natureza.
Problema gravíssimo que acontece não só no Brasil, mas no mundo todo, o avanço das drogas foi assunto na sessão de ontem da Câmara Municipal de Imperatriz. A questão foi levantada em função de um projeto de lei do vereador Rildo Amaral (PDT), tornando obrigatória a inserção de mensagens educativas sobre o uso de drogas durante a realização de eventos culturais e esportivos, voltados para o público infanto-juvenil. É claro que o projeto foi aprovado, mas os vereadores acham pouco para o tamanho do problema. “É um pingo d’água no oceano”, disse o vereador João Silva, para ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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