Bastidores

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Chance

A pergunta que continua sendo feita, embora ainda seja cedo: sem o apoio de Madeira, o deputado Carlinhos Amorim vai conseguir a reeleição? Como está na oposição, pode ser que consiga uma votação capaz de mantê-lo na AL. Só que tem que buscar o complemento fora e também depende do número de candidatos, e quais a oposição lançará em Imperatriz. Se for dividir muito o bolo, compromete a sua eleição.

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Melhorar

Será que a Sutran não poderia melhorar a sinalização no cruzamento das ruas Amazonas e Antonio Miranda? Cita-se esse local como exemplo, porque são muitos os lugares que precisam de uma melhora, como o cruzamento das ruas Godofredo Viana e Fortunato Bandeira. Acidentes são diários. Na Antonio Miranda existe uma placa, ao lado de um poste, que passa despercebida. Uma sinalização horizontal seria necessária.

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Não tem jeito

Um ladrão, depois de três dias que havia escapado de um linchamento, já estava novamente nas ruas assaltando. De novo levou azar, ao ser flagrado pela PM abordando uma pessoa e anunciando assalto.

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Entenda

Todo mundo reclama do sistema de saúde no Brasil. Mas quando o governo pensa em saídas, surgem também as reações contrárias. O Fantástico mostrou que muitas cidades têm postos de saúde novinhos, equipados, mas médico nenhum quer trabalhar ali. Segundo o Ministério da Saúde, o país tem menos médicos do que necessário: 1,8 para cada mil habitantes. O governo anunciou a abertura de 35 mil vagas até 2014. Se não conseguir preencher os postos de trabalho com brasileiros, estrangeiros poderão ser contratados. Mas o Conselho Federal de Medicina bota o pé na parede. E tudo parece que ...

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Efeito das ruas

As greves por melhorias salariais, que se via apenas no serviço público, agora estão sendo lavadas às ruas também por funcionários de empresas privadas. Ontem, por exemplo, funcionários de uma rede de supermercados, em Belém, realizaram protesto em frente a algumas lojas do grupo, chegando a interditar o trânsito na Avenida Visconde de Souza Franco (Doca). A coisa tá pegando no país...

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Pedra no caminho

Na sexta-feira, foi noticiado que estaria havendo uma movimentação do deputado Marcelo Tavares no sentido de trocar o PSB pelo PDT para viabilizar sua candidatura a vice de Flávio Dino (PCdoB). Com isso, estaria acabando o sonho do companheiro de chapa do comunista ser da região tocantina. Mas só que as reações já começaram dentro do PDT. O deputado federal Weverton Rocha, por exemplo, já botou o pé na parede. Ele defende que o vice seja da região. Mas como Tavares tem força dentro da oposição, até pelo apoio que tem do tio José Reinaldo Tavares, a ...

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De olho

A população espera que o resultado das pressões contra a VBL sirva de exemplo para a empresa que vai substituí-la e mesmo para a outra que já explora o serviço de transporte coletivo na cidade. Se andar fora da linha, o pau vai cantar. Agora, é preciso também as autoridades não afrouxarem fiscalização sobre os outros meios de transporte público, como táxi e mototáxi...

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Praias

Os barraqueiros estão recebendo um “aperto” da Promotoria do Consumidor e de órgãos da prefeitura. Várias exigências estão sendo feitas para que as barracas possam funcionar. Já estava passando do tempo. As barracas são feitas de qualquer jeito e falta higiene. Vai haver chiadeira, mas aqueles que querem trabalhar dentro das normas aprovam a ação da Promotoria.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com