Bastidores

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Novos tempos

Depois de médicos e prefeitos, em que até pouco tempo não se imaginava vê-los fazendo manifestação, está na hora de outras categorias também saírem às ruas. Cadê os grandes empresários, por exemplo? E Roberto Carlos não foi às ruas, mas foi ao Senado acompanhar a votação do projeto que altera as normas de arrecadação e pagamentos de direitos autorais pelo Ecad.

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E...

Nessa onda, os cervejeiros também não vão protestar contra o preço da gelada? Aliás, muitos que protestaram contra os vinte centavos de aumento na passagem de ônibus passam a noite na mesa de um bar pagando caro pela bebida. Conta que dá para pagar ônibus o mês todo. Mas é assim mesmo. Poupa-se aqui, joga-se fora ali. Sem reclamar...

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Derrota, de novo

O ex-candidato a prefeito de Sítio Novo do Tocantins, Zé Almir (PDT), que tentava ganhar a eleição no tapetão, sofreu mais uma derrota. Ontem o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) decidiu favoravelmente ao prefeito Jair Farias (PMDB). O placar foi de 4 a 1. Zé Almir perdeu nas urnas com uma diferença de mais de 700 votos.

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Reprovadas

Em Sessão Plenária realizada nessa quarta-feira, 03, o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE) desaprovou as contas de 2009 apresentadas pelo ex-prefeito de Buriticupu, Antonio Marcos de Oliveira, o Primo, com débitos de R$ 167.560,00 e multas de R$ 234.518,00.

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Falecimento

Foi enterrado na tarde de ontem, em Marabá-PA, o empresário Leonildo Borges Rocha, diretor-presidente da Leolar, maior conglomerado de lojas magazine do interior do Estado do Pará. Também era dono do Shopping Pátio Marabá. Ele faleceu na madrugada de quarta-feira (3), em São Paulo, vítima de câncer. Tinha 56 anos.

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Cara de pau

Restaurante Popular: Unidade de Alimentação e Nutrição que tem como princípios fundamentais a produção e a distribuição de refeições saudáveis, com alto valor nutricional, a preços acessíveis, para as pessoas que estão em situação de insegurança alimentar. Pois bem. Comenta-se que pessoas com condição financeira tomam o lugar de quem precisa do Restaurante Popular. O prato custa apenas 1 real. Assalariados que moram na periferia e trabalham no centro precisam do restaurante, pois evitam ir em casa almoçar, deixando de gastar com ônibus e correr contra o tempo para não se atrasar. Consciência, gente!

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Crime doloso

Durante a votação da exigência de ficha limpa para o ingresso no serviço público, os senadores retiraram do texto trecho que impedia a nomeação de condenados por crime doloso, com decisão transitada em julgado ou por sentença proferida por órgão judicial colegiado. A supressão foi sugerida pelo senador Pedro Taques, que criticou a ampliação da exigência de Ficha Limpa para todos os servidores da administração pública e não apenas para aqueles que ocupam função comissionada – e que, por isso, possuem poder de decisão e acesso aos recursos públicos.
O senador argumentou que, ao estender a ...

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Cobrando

Ontem os médicos foram às ruas em todo o país. Lutam por uma boa causa, que não diz respeito apenas ao seu interesse próprio. Além de protestar contra a vinda de médicos estrangeiros, cobram do governo melhorias na saúde. “Dilma, queremos uma saúde padrão Fifa”, dizia o cartaz levado pelo médico Nailton Lyra. A mobilização dos médicos chega em boa hora, porque a saúde pública está precisando de uma sacudida. Não dá mais para continuar do jeito que anda. Os profissionais da área e o povo, especialmente esse, estão pagando caro pelo caos.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com