O prefeito Sebastião Madeira prometeu que no dia 10, amanhã, anunciará uma decisão sobre o contrato com a empresa de ônibus VBL. Mas, antes que se saiba qual será a decisão do prefeito, já está marcada uma manifestação para o dia 11, quinta-feira. Por que essa antecipação, sem saber qual a decisão da prefeitura? Até parece que a coisa está descambando para o lado político-partidário. Aliás, a própria justiça já determinou que seja quebrado o contrato com a VBL. Portanto, a medida da prefeitura não deverá ser outra senão a retirada da VBL. Então, se é essa ...
Tá causando estranheza o silêncio do Pastor Porto. O vice-prefeito está caladinho igual curió na muda. Muita gente não está entendendo seu silêncio e acredita que a hora é de solidariedade. Porto, como é de público, ainda não se solidarizou com Madeira por conta do episódio da sentença de improbidade administrativa.
Se prevalecer a perda dos direitos políticos, o vice-prefeito pode estar apostando em assumir o cargo. É ver para crer! Certo é que muita água ainda vai rolar.
Nada demais o encontro entre Madeira e Ildon Marques na Expoimp, com a presença do secretário Luís Fernando. Os dois integram o mesmo grupo, liderado pela governadora Roseana Sarney. Ildon nunca manifestou interesse em chutar o pau da barraca e partir para a briga com Roseana. E nem faz ataques a Madeira, mesmo diante de tudo que sofreu quando teve a candidatura barrada pelo PMDB.
Está sendo questionada a presença do pré-candidato a deputado estadual Fabiano Yusuf (PMDB) em encontro do PTC, que quer emplacar em Imperatriz o vice de Flávio Dino (PCdoB), o Apóstolo Alex Nunes (Comunidade Nova Vida). Yusuf é filiado ao PMDB da governadora Roseana, que tem como pré-candidato à sua sucessão o secretário Luís Fernando. Portanto, estranha a presença dele em evento da oposição. Imaturidade política, talvez...
Não é culpa do sindicato nem motivo para se acabar com o evento. Mas está havendo exagero por parte de alguns participantes da cavalgada no trato com os animais. Comenta-se que houve casos em que alguns não tiveram piedade dos animais. Com sede e cansados, cavalos caíram. Consta que um teria morrido. Animais que não podiam nem com eles próprios, devido à idade ou falta de cuidado, foram usados. No próximo ano, é preciso que isso seja fiscalizado.
Critica-se os gestores, especialmente de pequenos - e pobres - municípios pelo sistema de saúde. Mas um município sem arrecadação própria, que depende de FPM e outros repasses federais cada vez menores, não tem condição de pagar um salário exigido por um médico que, justiça seja feita, merece ganhar bem. No caso de Novo Santo Antonio-MT, a médica só foi porque vai receber R$ 30 mil. E só um médico não adianta. Como se vê, o problema não é fácil de ser resolvido.
A anunciada construção da Hidrelétrica de Marabá já começa a preocupar os seus moradores e de outras cidades da área. Segundo dados do Estudo de Impactos Ambientais apresentados durante a segunda reunião da Comissão Municipal de Estudo da Hidrelétrica de Marabá, ocorrida na Câmara Municipal, o empreendimento causará 36 impactos no meio físico, 41 no meio biótico e 65 socioeconômicos. Há 2.239 imóveis rurais na área de influência da hidrelétrica, onde vivem 4.459 pessoas. Na área urbana que será afetada são 1.319, onde residem 3.429 pessoas. Marabá já vem reclamando de impacto causado pela UHE Estreito, especialmente ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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