Bastidores

Bastidores

Denunciando

O deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) voltou a denunciar o monopólio da aviação civil brasileira, devido aos preços exorbitantes das passagens aéreas, exemplificando o caso do Maranhão. Escórcio cobrou providências do ministro da Aviação Civil. “É um caso grave que o Brasil todo está reclamando. A companhia de aviação civil do Brasil tem um monopólio fechado que é caso de polícia. Uma passagem daqui para o meu estado do Maranhão, Imperatriz, custa R$ 3 mil. Não sei como é essa caixa preta, mas quando está no período que não é de alta estação temos aí por R$ ...

leia mais +

Cenário eleitoral

Açailândia já tem vários pretensos candidatos a deputado, mas o número não deve ser muito diferente do registrado nas eleições de 2010. No momento, já se manifestaram interessados em disputar o pleito o ex-prefeito Jeová Alves; o vice-prefeito Juscelino Oliveira, o suplente de deputado Sérgio Vieira, o ex-vereador Alexssandro Lima dos Santos, o Bbzão, e o professor Milton. Consta que o ex-prefeito Ildemar Gonçalves dos Santos (PSDB) poderá disputar uma cadeira da Câmara Federal. Existe a possibilidade de Jeová também sair para federal. Açailândia tem cerca de 73 mil eleitores. Há deputados estaduais que têm a sua ...

leia mais +

Tapetão

As eleições em São Francisco do Brejão ainda não acabaram. Pelo menos no tapetão. Ontem iria ocorrer uma audiência na Justiça Eleitoral de Açailândia em torno de uma ação movida pelo ex-candidato Adão Carneiro (PT) contra o prefeito Magnaldo Fernandes (PSDB). Conforme a acusação, no dia da eleição a Polícia Rodoviária Federal reteve um ônibus que vinha de Goiânia para Brejão, transportando eleitores, supostamente de Magnaldo.

leia mais +

Contra o tempo

É como anda a SETRAN por conta da decisão do prefeito Madeira em quebrar o contrato com a VBL. A situação não é fácil. Primeiro, porque há uma concentração do setor nas mãos de poucos empresários; depois, porque uma contratação em caráter precário não garante a exploração definitiva dos serviços. Quando da licitação, qualquer um pode se habilitar.

leia mais +

Lição

O episódio (da quebra de contrato) encerra uma verdade. É péssima a qualidade do serviço de ônibus urbano em Imperatriz, conforme pesquisa divulgada em maio. Daqui pra frente, nada mais será igual no setor com o nível de cobrança dos usuários sendo maior. É preciso remodelar o serviço, que possui um circuito viciado, com a abertura de novas linhas. Há ruas de grande integração, Leôncio Pires, por exemplo, sem circulação de ônibus.

leia mais +

Certeza

Outra certeza é que não há lugar para novos aumentos. Ainda que a atual tarifa tenha sido concedida em 2008, ela continua alta em virtude da curta extensão de nossas linhas, e principalmente por conta do baixo poder aquisitivo de quem utiliza ônibus.

leia mais +

Agora vai

Com a vaca indo para o brejo, o prefeito Edivaldo Holanda não teve outra saída senão aceitar fazer parceria com o governo do Estado, apesar da zanga de aliados. Ou fazia, ou sua administração mergulharia no caos junto com São Luís. A parceria pode render investimentos da ordem de R$ 6 bilhões para obras de mobilidade urbana.

leia mais +

Antes tarde...

Já estava passando do tempo. Finalmente o Congresso Nacional acabou com a pouca vergonha, ao aprovar a proposta que impede a eleição de suplentes de senadores que sejam parentes até segundo grau dos titulares, como pais, filhos, irmãos, além de cônjuges e adotivos. São vários senadores que têm parentes como suplentes, alguns exercendo o mandato. A proposta também reduz de dois para um o número de suplente.

leia mais +

Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com