Imperatrizenses estão com medo de prosperar uma ação do PCdoB contra a construção de hospitais pelo governo do Estado. É que a governadora Roseana Sarney e o prefeito Sebastião Madeira pretendem construir um com 100 leitos. Não tá pegando bem essa iniciativa do partido comunista...
“A política é tão dinâmica que muitas das vezes não decepciona somente o eleitor, mas sim o próprio político... Estava eu aqui perdido em pensamentos, me lembrei de um Provérbio árabe: A árvore, quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira. (Comentário do vice-prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira)
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, adiou para o dia 2 de setembro a vinda ao Maranhão. A visita estava marcada para amanhã, segunda-feira (19). Ele vem assinar a Portaria Ministerial reconhecendo nacionalmente o Maranhão como zona livre de febre aftosa. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima), o adiamento da visita foi devido à necessidade de readequação de sua agenda em atendimento a solicitação da presidenta Dilma Rousseff para discutir assuntos de interesse do governo.
Com articulação feita pelo deputado federal Francisco Escórcio, o prefeito Sebastião Madeira terá uma reunião com a prefeita Gleide Santos, de Açailândia. É intenção do deputado criar um eixo forte, unindo as forças das duas cidades para brigarem por benefícios. “Falaremos em nome de 500 mil habitantes. Isso é importante”, afirmou Escórcio, que chega quarta-feira em Imperatriz para acompanhar as conversações. É isso, já que formaram uma associação e esta pouco luta para defender os interesses dos municípios. Juntas, as duas cidades, com seu potencial econômico, terão forças para brigar por benefícios.
Ruas e calçadas estão tomadas de vendedores ambulantes. A população reclama, quer espaço. Quer a cidade arrumada. O poder público é criticado pela omissão. Mas no dia que resolve agir, taí o resultado. É reclamação pra todo lado. Alguns, por pura hipocrisia. Outros, além disso, querendo tirar proveito político-eleitoral. Resumindo: se não faz, reclamam. Se faz, reclamam também. Segura, prefeito Madeira!
Comenta-se que um prefeito da região estaria propenso a entregar o boné, devido às dificuldades que vem tendo para administrar. Mas duvida-se. Quem brigou com unhas e dentes por um mandato não vai se entregar fácil. Até porque quando se candidatou já sabia o tamanho do abacaxi que iria receber.
Divulga-se que o pretenso candidato a governador, Luís Fernando Silva, estaria com um percentual elevado de intenções de votos na Ilha de São Luís. A pesquisa teria sido encomendada pelo ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PDT), que também manifesta interesse em disputar o governo. Na verdade, quer mesmo é barganhar uma vaga de vice. Luís Fernando estaria quase empatado com Flávio Dino. Ele obteve 38,4%.
A Associação de Defesa do Patrimônio dos Garimpeiros Sócios Coomigasp (Adepag) informa que uma reunião está marcada para o próximo dia 25 (domingo), quando a diretoria eleita da Coomigasp irá fazer um balanço sobre os entendimentos feitos com a Colossus, após a entrega do documento reivindicatório denominado “Termo de Proposta e Compromisso”. Centenas de garimpeiros deverão se deslocar para a Vila de Serra Pelada, onde acontecerá a reunião.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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