A Comissão de Direitos Humanos e das Minorias da Assembleia Legislativa virá a Imperatriz para apurar denúncia sobre ameaça de despejo de famílias na Vila Zenira e também o caso de trabalhadores que morreram durante incêndio em fazenda da Suzano. A vinda dos deputados ainda não tem data definida. A Comissão é presidida pela deputada Eliziane Gama.
“O Vasco caiu também em Ribamar Fiquene. Que coisa!”. Do jornalista Marcelo Rodrigues a propósito da situação do Vasco da Gama no Campeonato Brasileiro.
Em nota de agradecimento enviada a O PROGRESSO pelo apoio à 13ª Fecoimp, a Associação Comercial e Industrial de Imperatriz revela que “a Feira mais uma vez atendeu às expectativas, ao receber um público de cerca de 30 mil visitantes, suplantando a de mero acontecimento e consolidando-se como um evento histórico”.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Pois bem, a Caema tem “nadado de braçada” em Imperatriz, fazendo o que bem entende há muito tempo e não acontece nada. Mas o povo começa a acordar e os políticos também. Ontem a Câmara Municipal aprovou a criação da CPI da Caema, embora a empresa seja do Governo do Estado, mas alegam os vereadores que há um contrato com a Prefeitura. Boa iniciativa. É necessário que haja medidas enérgicas para que a Caema melhore o sistema de abastecimento da cidade. Uma bomba quebrar, isso acontece, mas ...
Chiquim da Diferro é um dos vereadores que não assinaram a CPI da Caema. E justifica: “Cansei de solicitar uma audiência pública com representantes da Caema e nunca aconteceu. Também pedi que fosse feita uma reunião com o prefeito, e nada. Torço para que a CPI dê resultado, mas acho que não vai dar em nada”.
Segundo o vereador Marco Aurélio (PCdoB), até para arrecadar a Caema é ineficiente. Lembra que consumidores passam até um ano sem pagar a conta e a empresa não cobra, ao contrário da Cemar, que com menos de um mês de atraso faz o corte do fornecimento de energia.
Uma Indicação da vereadora Terezinha Soares (PSDB) foi motivo de gozação durante a sessão de ontem. Ela solicita à prefeitura a perfuração de poços artesianos nas principais praças da cidade. Alegou a vereadora que quando a Caema falhar, o povo terá onde pegar água. A proposta não deixa de ser um absurdo, mas não seria pior do que está sendo visto nos logradouros públicos. Há coisas piores do que um poço artesiano. As praças viraram feiras, bares, “moradia” de dependentes químicos e tudo mais.
Ao falar sobre o problema da falta de água, a vereadora Caetana Frazão (PSDB) lembrou que quando suas filhas eram pequenas e brigavam, uma chamava a outra de “cururu da Caema”. - Agora com a falta de água, nem cururu tem mais, diz a vereadora. Vale lembrar que a logomarca da Caema era um sapo.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com