Pelo andar da carruagem, dificilmente a governadora Roseana Sarney incluirá em suas ações para superar a crise no setor de segurança do estado, a demissão do secretário Aluísio Mendes. A saída do homem forte da SSP poderia até não resolver os problemas, mas já causaria um impacto e traria esperança por melhorias. Em novembro, houve ataques a ônibus e delegacias, além do assassinato do policial Francinaldo Sousa Pereira. Roseana não pensou duas vezes e trocou o comando-geral da PM, substituindo Franklin Pacheco por Aldimar Zanoni Porto. Mas manteve Aluísio. Agora novos problemas e ele continua lá, firme ...
Diante do clima de insegurança que vem acontecendo no estado, o nome do senador João Alberto volta a ser lembrado nas rodadas como uma opção para o enfrentamento da bandidagem. Alberto ganhou fama quando assumiu o governo, em 1990, e jogou duro contra a bandidagem. Ele também vem sendo apontado como uma boa opção de Roseana para ser candidato a governador, caso Luís Fernando não consiga decolar até as convenções, em junho.
Falta uma ação dura do Estado. A afirmação é atribuída ao delegado Luís Moura pelo jornalista Daniel Matos no seu blog (Imirante). Moura participou da “Operação Tigre”, na década de 90. Segundo o jornalista, Luís Moura defende uma ação enérgica das forças de segurança pública.
O jornalista Daniel Matos revela que Luís Moura desfez um equívoco em relação à “Operação Tigre”. Segundo o delegado, a operação “foi ordenada pelo então governador Epitácio Cafeteira antes de passar o mandato ao vice, João Alberto, para disputar vaga no Senado. Segundo ele, coube a João Alberto executar a ideia, que só vingou porque o sucessor seguiu a orientação de Cafeteira à risca”.
“Este tipo de atitude é um desrespeito a todos os maranhenses, e merece ser repudiada”. A afirmação é do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), que reagiu duramente contra a forma como adversários tentam usar politicamente a crise no sistema prisional. Melo se solidarizou com a governadora Roseana Sarney.
É, parece que o Tenente Coronel Edeilson Castro não terá mesmo vez enquanto o coronel Zanoni Porto estiver no comando-geral da PM. Edeilson foi substituído no comando do 3º BPM e passou a ser apontado como provável comandante do novo Batalhão, que funcionará na Vila Fiquene. Só que agora passa a ser especulado o nome do Major Ventura.
Em todos
A licitação para compra de alimentos que abastecerão este ano o Palácio dos Leões está sendo noticiada como se acontecesse só no Maranhão. Em todos os estados, existe compra de alimentos ...
No dia dois de outubro do ano passado, O PROGRESSO noticiou que a obra de construção do novo presídio em Imperatriz estava parada havia dois meses. Estamos em janeiro de 2014 e a situação é a mesma. A obra se arrasta há quatro anos...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com