Dizem que há muita terra para pouco índio, no Brasil. Bom, pelo menos o governo não pensa assim. O Exército começou a retirar 1,2 mil famílias das terras que, no entendimento das autoridades, pertencem a uma tribo nômade Awá-Guajá, no Maranhão. São 400 índios. “Uma ação como esta, inspirada em questão da Funai, serve apenas para tirar a paz destas famílias”, reagiu o deputado federal Weverton Rocha (PDT). O deputado estadual Neto Evangelista (PSDB) também se manifestou contrário à retirada dos moradores.
O controlador-geral do Município, Cândido Madeira, esclareceu ontem que está totalmente descartada a possibilidade dele assumir um cargo na diretoria do Imperatriz, caso haja renúncia do presidente Edvaldo Cardoso. Está disposto a participar, ajudar o time, mas sem cargo. Nos últimos dias ele tem participado de reuniões que discutem saídas para tirar o time da situação em que se encontra. Há vários conselheiros favoráveis a mudanças na diretoria, pois assim haveria mais facilidade para se buscar apoio financeiro.
Ontem, por volta das 9h40, uma carreta travou o trânsito na Godofredo Viana/Dorgival Pinheiro ao manobrar para estacionar. Há muito tempo já se vem falando da necessidade de proibir a circulação de carretas no horário comercial, especialmente no Centro. Pelo jeito, tão cedo o problema não será resolvido.
O deputado Rigo Teles (PV) anunciou ontem, na Assembleia Legislativa, que a seu pedido o comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Zanoni Porto, acaba de autorizar a implantação de um corredor de segurança na BR-226. O parlamentar revelou que a partir de agora a população contará com uma viatura permanente da Força Tática da PM, no trecho entre os povoados Santa Maria (Barra do Corda) e Sabonete (Grajaú), onde se localizam reservas indígenas e é grande a incidência de assaltos.
O prefeito de Cândido Mendes, José Ribamar Leite de Araújo (PSB), acredita que o alvo era ele, e não o secretário de Saúde do município, Rolmerson Robson, assassinado na última sexta-feira em emboscada na estrada que liga a sede do município ao povoado Águas Belas. Ele havia saído do carro, ficando o secretário ao volante.
Para aliados da governadora Roseana Sarney, os adversários estão apreensivos com a possibilidade do secretário da Infraestrutura, Luís Fernando Silva, assumir o comando do governo por meio de eleição indireta. Pré-candidato a governador, LF pode ser eleito pela Assembleia Legislativa, caso Roseana Sarney renuncie, e no cargo a situação política-eleitoral seria totalmente diferente. Daí a preocupação dos aliados de Flávio Dino, segundo os roseanistas. A verdade é que quem disputa o mandato no cargo tem mais possibilidades de vitória. E é nisso que aposta o Grupo Sarney. É aguardar março, quando Roseana deverá decidir se sai do ...
O deputado estadual Tatá Milhomem (PSD) pode ser o vice de Luís Fernando na eleição indireta. Isso, claro, se o PT não aceitar a vaga. O presidente do Partido dos Trabalhadores, Raimundo Monteiro, já demonstrou que a sigla não tem muito interesse. Quer mesmo a vice é na eleição que acontecerá dia 5 de outubro.
O deputado federal Davi Alves Silva Junior, que não tem nada de besta, se apressou em anunciar que o edital de licitação das obras de duplicação da BR-010, no perímetro urbano de Imperatriz, foi encaminhado ao Diário Oficial da União. Davizinho quer ser o “pai da criança”, mas todos sabem quem realmente viabilizou a obra.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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