Deve haver queda de braço na escolha do nome do PSDB para ser vice na chapa encabeçada por Flávio Dino (PCdoB). É que o presidente estadual da sigla, deputado Carlos Brandão, não abre mão da vaga, que praticamente ficou definida depois do encontro que ele e Flávio Dino tiveram com o presidenciável Aécio Neves. Mas no ninho tucano há quem não aprova o nome de Carlos Brandão. O prefeito Sebastião Madeira, por exemplo, estaria articulando a indicação do ex-prefeito de Açailândia, Ildemar Gonçalves dos Santos. Madeira terá um encontro com Aécio Neves e essa questão ...
Já se vê madeiristas que eram Lobão Filho (PMDB) fazendo a defesa do outro pré-candidato, Flávio Dino (PCdoB). Isso é a clara demonstração de que a aliança do prefeito com o comunista já foi fechada. Ontem, um observador político discordava, afirmando que Madeira ainda não decidiu quem apoiar, porque não se pronunciou. Mas não é preciso. A movimentação e o comportamento de aliados já mostram claramente o lado que Madeira escolheu. Ele tem motivo de sobra para não ficar com Lobão Filho. O anúncio da aliança com Flávio Dino deverá acontecer no meio desta ...
O prefeito Sebastião Madeira tem razões para não confirmar publicamente agora a sua adesão à candidatura de Flávio Dino, preferindo dizer que ainda não tem uma posição definida. Mas em conversas com correligionários e aliados do Grupo Roseana, já não esconde a sua decisão de acompanhar o candidato comunista. E na hora certa vai comunicar pessoalmente à governadora. Madeira não tem pressa em anunciar a aliança com o PCdoB porque está tentando emplacar o nome do ex-prefeito de Açailândia, Ildemar Gonçalves, como vice de Flávio Dino. Depois que essa questão estiver resolvida, com ou sem Ildemar, ele ...
É só euforia dentro do grupo de Flávio Dino. Depois de conseguir a aliança com o PSDB, agora sacramentou o apoio do PPS, com a desistência de Eliziane Gama de disputar o governo. A deputada poderia atrapalhar Flávio Dino em São Luís, onde vinha se destacando nas pesquisas. Os dois iriam dividir praticamente o mesmo bolo eleitoral, o que beneficiaria o candidato da situação.
Com a chegada do PSDB e PPS, agora a missão de Flávio Dino é manter a unidade, pois mexeu com partidos que já estavam na aliança, como o PDT. Os tucanos chegaram “atrasados”, mas querem a vaga de vice, que há cerca de dois anos já tinha sido garantida ao PDT. Os pedetistas não abrem mão e Flávio Dino precisará de muita habilidade para não deixar escapar o PDT.
Há também a questão relacionada à candidatura de senador. O vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), foi indicado como o candidato único da oposição e agora surge o ex-governador João Castelo (PSDB) também querendo ser candidato ao Senado. Mais um problema interno para ser resolvido pela coligação sob a liderança do PCdoB.
Pelo menos até a tarde de ontem ainda não havia sido anunciada uma data para a vinda a Imperatriz do pré-candidato Lobão Filho. Revelou-se que ele viria na última quinta-feira, mas foi cancelada. Enquanto isso, Lobão Filho tem mantido encontros com políticos em São Luís, já tendo recebido a adesão de dezenas de prefeitos, vices, vereadores e outros líderes políticos.
Comenta-se que na Câmara Municipal de Imperatriz tentaram antecipar a eleição da mesa diretora. Até aí, tudo bem. O problema é que o presidente da Casa, Hamilton Miranda, estava viajando e poderia sofrer uma rasteira. Mas o próprio vice-presidente, Esmerahdson de Pinho, não teria aceito, levando as articulações de água abaixo...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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