“Já chegou a acontecer casos de ambulâncias e táxis deixarem corpos nas funerárias. Queremos acabar com isso”. O relato é de Irene Martins, presidente da Associação das Empresas Funerárias de Imperatriz ( ASEFIMP). Segundo as denúncias, funcionários de hospitais estariam “agenciando clientes” com atravessadores - pessoas que abordam os familiares de falecidos oferecendo serviços funerários. Segundo denúncias feitas à ASEFIMP, funcionários de hospitais e de clínicas da cidade, estariam incumbidos de ligar para donos de funerárias sobre mortes ocorridas nesses estabelecimentos, impedindo aos familiares do falecido de optar livremente por uma empresa.