A cúpula da saúde municipal termina 2011 com uma certeza: apesar dos avanços constatados em diversos setores, em que pese o crônico problema do financiamento, o atual modelo de funcionamento, que já vem de muitos anos, é ineficaz e oneroso. “O tempo mostrou que ele não é bom; não deu certo”, assinala o médico Irisnaldo Félix, superintendente municipal de regulação. P5c1
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